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O que é natural é bom – ou 19 novos sítios onde comer de maneira saudável

Comer e beber

Falamos em comer bem e falamos, também, em comer pratos cheios de sabor. De restaurantes vegetarianos a supermercados biológicos, passando por empresas de entrega de produtos frescos, aqui ficam 19 novos projetos de comida saudável. Chamem-nos food evangelists que nós não nos importamos

Rui Duarte Silva

1. Bio & Natural, Vila Nova de Gaia

As frases de tamanho bem visível “não possuem fertilizantes e pesticidas” e “conservantes e ingredientes artificiais” não deixam ninguém indiferente à nova área do supermercado do El Corte Inglés, em Vila Nova de Gaia, aberta há pouco mais de um mês. O Bio & Natural é, por enquanto, o único no País, mas deverá surgir nas outras lojas da cadeia espanhola em Lisboa, Coimbra e Braga. A exigência dos clientes e o facto de, no Grande Porto, não existir uma venda de produtos biológicos “que aliasse a certificação à comodidade”, foi, diz o diretor da loja, Pedro Barbosa, o impulso necessário. O Bio & Natural tem cerca de dois mil produtos certificados, 100% biológicos, entre legumes, frutas, cereais, sumos, bolachas, frutos secos, supervegetais, e um setor de venda a granel com quinoa, açúcar mascavado, caju, sementes de girassol ou feijão de soja. Grande parte dos produtos são de produção local e nacional. Há, por exemplo, uma grande montra de chás do Cantinho das Aromáticas, cogumelos da Biocheers e carne bovina da Bioatlântico.

El Corte Inglés Gaia > Av. da República, 1435, Vila Nova de Gaia > T. 22 378 1400 > seg-sáb 10h-23h

Mário João

2. Pachamama, Lisboa

Numa rua escondida, junto ao Largo do Conde Redondo, está há cerca de um ano o restaurante e padaria Pachamama, 100% biológico, com pratos vegetarianos, de peixe, sem glúten e crus. “A alimentação biológica é mais saborosa, saudável e sustentável, dado que a produção se integra no ecossistema onde está inserida”, dizem os proprietários, Maria Aroeira e Miguel Abreu. Risotto de beterraba (€8,5), cuscuz à marroquina (€8,5) e peixe no forno (€9) são algumas das opções. Há, ainda, vinhos, cervejas, chás biológicos e vários tipos de pães, para acompanhar a refeição ou levar para casa.

R. Boqueirão, 46, Lisboa > T. 21 598 7650 > seg-qui 12h-15h, sex-sáb 12h-15h, 20h-23h

Mário João

3. Mercado Biológico Alfazema, Lisboa

Por esta altura, no Mercado Biológico Alfazema, encontram--se endívias, ruibarbo, folhas de aloé vera, mirtilos, tâmaras Medjool e manga selvagem, mas, como a sazonalidade dos produtos é que manda, a oferta vai variando. As prateleiras estão sempre bem abastecidas de tudo o que é biológico e ecológico, mercearias várias, congelados, produtos de higiene, detergentes e pão. A granel vende, por exemplo, quinoa, caju ou cuscuz e, nos frescos, recebe O Melhor Peixe do Mundo à terças, quintas e sábados, às quartas chega a vitela e o borrego, às terças o frango, o peru e a pinta. A cafetaria serve almoços de comida macrovegetariana.

R. Santana à Lapa, 113, Lisboa > T. 92 663 9579 > seg-sáb 9h-20h (loja), 10h-18h (cafetaria)

Alexandre Bordalo

4. Filho da Mãe, Lisboa

Assume-se como uma hamburgueria biológica, apesar de não ter sido esta a primeira aposta do Filho da Mãe, restaurante aberto no verão do ano passado, no rés do chão da Casa do Mercado Lisboa Bed & Breakfast, em Lisboa. Primeiro escolhe-se a carne de vaca (100% biológica) ou a opção vegan (mistura de espinafres, cenoura, seitan e tofu) e, em seguida, a combinação dos restantes ingredientes que o acompanham (ovo e espinafres, por exemplo, €10,29 ou €12,29, consoante seja no pão ou no prato, com arroz de cenoura e salada). Pode acompanhar com sumos naturais, feitos no dia, ou com a cerveja biológica Sant’iago, produzida em Évora. Também há saladas, omeletes e um brunch biológico (€14,99), servido todos os dias, entre as 11 e as 15 horas.

R. da Boavista, 10, Lisboa > T. 21 342 0511 > seg-dom 8h-24h

Mário João

5. dois.três.três, Lisboa

Sem glúten, sem lactose, com pouco açúcar, mas saboroso. São estes os princípios básicos por que se rege o restaurante de Marta Loureiro, o mais novo vegetariano do bairro lisboeta de Campo de Ourique. Mas também há pratos de peixe e de carne, não se pense que é só frutas, legumes e cereais. Aberto há pouco mais de um mês, o dois.três.três (o nome alude ao número da porta) quer ser uma alternativa para quem tenha restrições alimentares como Marta Loureiro (que por questões de saúde não come glúten, nem lactose, nem açúcar) ou para quem, simplesmente, queira de quando em vez cortar com a carne. Os almoços têm funcionado tão bem que no dia da nossa visita já quase não sobrava nenhuma dose de frango panado (polme feito de polenta e pimenta- -limão) com arroz de amendoim e salada, para a fotografia. O brunch, aos sábados, também promete com pão de centeio, pão branco, croissant, queijos brie e flamengo, fiambre, ovo mexido/estrelado, fatia de bolo ou panquecas, frutos secos, pão alemão com abacate e salmão, iogurte (sem glúten ou vegetal) com fruta e granola, bebida quente e bebida fria.

R. Silva Carvalho, 233, Lisboa > T. 21 822 5978 > seg-sex 9h30-19h, sáb 9h30-17h > menu de almoço €9,50 > brunch €12

Álvaro Oliveira

6. House of Wonders, Cascais

Rawsome é a novidade no House of Wonders. O termo, criado a partir da junção das palavras inglesas raw (cru) e awesome (fantástico), designa a alimentação vegetariana crua (raw food), à prova no restaurante vegetariano de Anna Catharina, em Cascais. O menu (€12,75) é composto por três pratos, que variam consoante a disponibilidade dos ingredientes: hortícolas, frutas, sementes, frutos secos, germinados de grãos, tudo biológico. Origem animal aqui não entra. As receitas são de Fiona Harrower, a responsável pelo cuscuz de couve- -flor com molho de manga e gengibre, do esparguete de curgete com tomate cherry e sementes de girassol, e do cheesecake de chá verde e manga com flores comestíveis, entre outros pratos. “A raw food não precisa de ser uma coisa sem graça”, diz Fiona.

Lg. da Misericórdia, 53, Cascais > T. 91 170 2428 > seg-dom 10h-24h

7. A Sociedade, Lisboa

O espaço é tão minimalista, tão branco e luminoso que é difícil perceber como é que, lá dentro, cabe, ao mesmo tempo, e há um mês, uma empresa dedicada ao design, fotografia, marketing e comunicação alimentar, outra que produz azeite biológico em Marvão, uma terceira, especializada em cozinha criativa, uma biblioteca gastronómica, uma cozinha verdadeira e um lugar de encontro à volta de uma mesa, que pode servir para conversas, comezainas, workshops, sessões fotográficas, exposições, lançamentos... É difícil perceber, mas é possível, porque tudo funciona em sociedade – nome e espírito que Cláudia Villax quis imprimir ao projeto. O rés do chão é dela, foi tirado das trevas por ela (antes da sua chegada, A Sociedade estava de janelões tapados, mergulhada na escuridão), mas pretende ser um sítio de convívio, de partilha, aberto a “pessoas criativas e inspiradoras da indústria da comida” e da sustentabilidade.

R. Luís Fernandes, 32A, Lisboa > T. 21 829 8902 > seg-sex 9h-18h (convém telefonar antes de aparecer, pode ser reservado, fora deste horário, por marcação)

Mário João

8. Nomalism, Lisboa

Como está aberto logo pela manhã, é o sítio ideal para tomar um pequeno-almoço capaz de dar energia para o resto do dia – papas de aveia e frutos a cheirar a canela (€4) ou granola caseira com iogurte de soja (€4,50). E também é possível almoçar, por €11,90, uma sopa, o prato do dia e um chá. Ao sábado, servem-se petiscos sem carne nem peixe, como cogumelos à Bulhão Pato (€7,50) ou bifana de seitan biológico (€7,90). Aqui, garantem, tudo se faz na hora, sem ceder ao stresse. Ao carinho q.b. na cozinha, juntam-se os cuidados ambientais: não há garrafas de plástico, os materiais são reutilizáveis, os detergentes, ecológicos e o papel é reciclado. Depois de aqui se estar, com o corpo aconchegado numas boas almofadas, percebe-se que só poderia ser assim.

R. Saraiva de Carvalho, 358, Lisboa > T. 91 947 53 25 > seg-sáb 10h-18h

9. Casa Branca, Porto

Na Baixa do Porto, numa casa com dois pisos e jardim, Miguel Branca e Rute Domingues servem uma cozinha que aposta em produtos biológicos e da época: como rawbites ou brigadeiros crus com tâmaras, nozes e uvas passas (€1), saladas com fruta e legumes (com germinados cultivados em casa), tostas feitas com pão de Mirandela. O menu de almoço (€7,50) inclui sopa, prato do dia e chá. Sumos funcionais e detox, granola, vinho biológico e chocolate quente com leite vegetal fazem parte da carta.

R. da Alegria, 101, Porto > T. 22 323 5186 > ter-dom 11h-20h

10. Local – Your Healthy Kichten, Lisboa e Cascais

Nem vale a pena falar sobre o que almoçámos no novo Local, no Palácio do Chiado, inaugurado há pouco mais de um mês. Não é que a refeição nos tenha caído mal, antes pelo contrário. Mas a ementa surge diferente todos os dias e não dá para garantir que o leitor conseguirá provar os pastéis de bacalhau com batata-doce, por exemplo. Mais importante do que escrever acerca do bife de atum com legumes espiralizados, é explicar como nasceu este restaurante de comida mesmo saudável. Maria Gray, que abriu o primeiro Local em novembro, no Mercado de Cascais, explica que tentou trazer um pouco da mesa lá de casa para a carta do restaurante. “Há opções sem trigo e sem lactose e as sobremesas não levam açúcar refinado.” Quem duvida e tiver a sorte de provar o cheesecake de gengibre e alperce ou a tarte de maçã e tâmaras vai passar a saber que é possível aliar o sabor a uma oferta baseada na saúde e em produtos menos tradicionais. Em nome da variedade.

Palácio Chiado > R. do Alecrim, 70, Lisboa > dom-qua 12h-24h, qui-sáb 12h-2h > Mercado da Vila > R. Padre Moisés da Silva, Loja 13, Cascais > T. 91 1114 90 > seg-dom 8h30-22h30

11. Quintal Bioshop, Porto

Tanto a antiga jornalista Leonor Moreira como a irmã, Paula, notam que há uma preocupação cada vez maior com o que se leva à boca. Quando as refeições preparadas pela americana Sami (do projeto Cruiosoport) começaram a chegar à cafetaria, que gerem na loja Quintal Bioshop, esgotaram num ápice. “Não se trata apenas de alimentos crus, estão vivos com todos os nutrientes despertos”, explica Leonor, enquanto nos mostra os enrolados de curgete fermentada com limão, que envolve um paté recheado com sementes de girassol, trigo serraceno e germinados. A refeição acompanha com crackers feitos a baixa temperatura e salada de legumes da época (a partir €7). Nesta cafetaria, Leonor e Paula servem ingredientes “de produtores locais”, encontrando alternativas proteicas à carne e peixe nos vegetais e leguminosas. As refeições são preparadas em casa e quem entra tanto encontra um caril de grão-de-bico, uma quiche vegan ou um assado de legumes. As sanduíches, sumos naturais e bolos acompanham a mesma filosofia: usam e abusam dos ingredientes que a terra e a época dão.

R. do Rosário, 177, Porto > T. 22 201 0008 > seg-sáb 10h30-20h

Mário João

12. Água no Bico, Lisboa

Na cafetaria e restaurante do Polo Cultural das Gaivotas, não há uma ementa fixa. Certo, mesmo, só os pratos vegetarianos, vegans, crudívoros e paleo, cozinhados por Nuno Carrusca. Da carne de caça, peixe rico em ómega 3, vegetais e fruta que se recebem diariamente preparam-se os menus de almoço (€5-€10) e as refeições do jantar. E que podem incluir gratinado de tintureira com leite de coco e legumes salteados em açafrão, cuscuz com cogumelos selvagens, batata-doce assada com salteado de brócolos e beringela, ou salada de noodles de curgete, pesto e legumes. Ao domingo, serve-se ainda um brunch (€10).

R. das Gaivotas, 8, Lisboa > T. 91 011 1570 > ter-qua 10h-21h, qui-sáb até 24h, dom 11h-18h

Mário João

13. Miosótis, Lisboa

Está bem maior a loja de produtos biológicos Miosótis, que, em março, se mudou da Rua Marquês Sá da Bandeira para a Latino Coelho. São quase dois mil metros quadrados, divididos entre o supermercado e o auditório para palestras e ações de formação gratuitas, com parque de estacionamento. A maior surpresa está na cafetaria e restaurante que ocupam uma sala generosa (60 lugares), com muita luz natural, para se tomar o pequeno-almoço, fazer uma refeição ou comer algo mais leve. No dia que por lá passámos, a horas de almoçar, a salada de alface, bacalhau, tomate, azeitonas, migas de cuscuz de milho e batata-doce (são sempre dois pratos, um deles de peixe, €6) foi a escolha acertada, acompanhada por um sumo de maçã e gengibre feito na hora (€2,50). E se a sopa de abóbora e acelgas (€1,80) ou a tarte de legumes e salada (€4,50) também tinham ótimo aspeto, não resistimos ao bolo-mousse feito com cacau cru e açúcar de coco (€3,30). Tudo bem confecionado e com ingredientes bio, à venda ali ao lado, que vão saber ainda melhor na esplanada a abrir no final deste mês.

R. Latino Coelho, 89, Lisboa > T. 21 314 7841 > seg-sáb 9h-20h

14. Cento e Quatroº, Lisboa

Refeições saudáveis, quentes, equilibradas e rápidas, assim podem descrever-se as sugestões da ementa do restaurante Cento e Quatroo, aberto em abril, em Lisboa. Tudo ali é cozinhado a vapor, a 104 graus Celsius, durante dois minutos, preservando os nutrientes. Dos 12 pratos assinados por Francisco Magalhães e Joana Xardoné (também proprietários do restaurante Apicius) destacam-se as opções vegetarianas (tofu, quinoa e legumes, €8,30), sem glúten (frango, batata- -doce e chouriço, €6,95), sem lactose (salmão com laranja e funcho, €8,95), ovolactovegetariano (ravióli de requeijão com pera e noz, €8,30). Em breve, abrirá um novo Cento e Quatroo nas Amoreiras.

Atrium Saldanha > Pç. Duque de Saldanha, 1, lj. 9, Lisboa > T. 21 806 4553 > seg-dom 12h-23h

Mário João

15. YAO Pressed Juicery, Lisboa

Ao balcão desta loja servem-se sumos extraídos a frio numa Norwalk, a supermáquina que rala frutas e legumes e prensa depois a polpa. O método, diferente das comuns centrifugadoras, permite manter todas as propriedades dos ingredientes utilizados e guardar no frio durante quatro dias. Das cinco variedades, vendidas em garrafas de 250 ml (€3) ou 500 ml (€5), experimenta-se o Spicy Roots (cenoura, laranja, batata-doce, limão, gengibre e curcuma) ou um simples Tropical Sun (abacaxi, maçã e hortelã). Na Yao (significa medicina, em chinês) há ainda smoothies, feitos na hora e servidos em copo (médio €3,90, grande €4,90), como o The Banana Tonic, com chá verde, banana, alface, tâmaras, extrato de astrágalo e sementes de chia, bom para recuperar ressacas. E ainda os Boosters, pequenos concentrados que contêm erva-trigo, ginseng ou curcuma (30 ml, €2), com nomes tão sugestivos como The Kick, Fatburner ou Energy.

Lg. Dr. António Sousa Macedo, 4B, Lisboa > seg-sáb 9h-19h

16. Quinta do Arneiro, Mafra

Desta quinta em Azueira, entre a Malveira e Torres Vedras, já conhecíamos legumes, ervas aromáticas e morangos biológicos, vendidos ao sábado nos mercados do Príncipe Real e Campo Pequeno, em Lisboa, e no Parque Marechal Carmona, em Cascais. Ou os cabazes, entregues em casa, na zona da Grande Lisboa. Com as hortas e pomar do Arneiro a produzir maior variedade de produtos, Luísa Almeida, a proprietária, pode concretizar um sonho antigo: ter ali um restaurante, com a ementa a fazer-se com o que houver na horta, os ovos das galinhas, pão cozido no forno a lenha, queijo artesanal, azeite e vinho sem artifícios e, por encomenda, também carne. Tudo biológico, da época e nacional. A abertura será a 13 de junho, altura em que se conhecerão alguns dos cursos da Academia (culinária, identificar ervas aromáticas ou fazer um jardim sustentável), inaugurando-se também a mercearia. A 5 de junho será o Dia Aberto e recebe-se quem queira vir de passeio.

Azueira, Mafra > T. 261 961 219 > seg-qui, dom 10h-18h, sex-sáb 10h-20h

17. Diospiro, Porto

Mais do que cozinha saudável, Diospiro é o reflexo da mudança de alimentação levada a cabo por Filipa Cardoso quando tinha 20 anos. Hoje, com 34 anos, esta portuense formada em Belas-Artes, pratica o que aprendeu em Nova Iorque, Londres, Paris e Brasil. O projeto Diospiro, ao qual se juntou o irmão de Filipa, Nuno, skateboarder profissional, inclui a realização de workshops, entrega de refeições em casa (a partir €10) e um serviço de chefe ao domicílio (€25/pessoa) que pode incluir beringelas recheadas com tomate e figo com molho balsâmico e nata de caju, hambúrgueres vegetarianos ou salada de manga e lima com bagas goji e queijo de caju. Em paralelo, tem um site com receitas vegetarianas que pretende, segundo diz, contribuir “para a mudança de hábitos de vida saudáveis e sustentáveis”. Em breve, terá retiros detox e alimentação saudável com ioga na Quinta do Ameal, em Ponte de Lima.

www.diospiro.pt > T. 93 363 3113

18. Tanto Mar

Receber em casa peixe fresco de mar ou marisco da lota de Setúbal, prontos a cozinhar, está agora à distância de um clique. A equipa da Tanto Mar, uma loja online a funcionar há nove meses, faz entregas três vezes por semana em Setúbal, Lisboa, Cascais e Oeiras. As opções incluem filetes de cavala ou carapau (500g/€8,50), robalo inteiro (22€/kg), hambúrgueres de salmão (4 unidades €12), ostras do Sado (1kg/€10) ou camarão pequeno cozido (500g/€11,50). Predefinidos são os quatro cabazes com preços entre €20 e €45. Um mar de possibilidades, portanto.

www.tantomaronline.pt > entregas ter, qui 16h-23h, sáb 10h-13h

19. The Love Food, Lisboa

Tudo começou em 2010, quando Maria de Oliveira Dias se mudou de Lisboa para uma quinta no Norte de Portugal e decidiu criar o blogue The Love Food, onde dá conselhos e partilha receitas saudáveis, simples e veganas. Motivada com o êxito do blogue, mas insatisfeita com a comida que encontrava à venda, criou uma fábrica para produzir comida saudável, 100% vegetal e biológica. Desde 2014 que da fábrica The Love Food, no Restelo, saem donuts sem glúten no forno (€1,80), barras de aveia e chocolate negro (€1,50), granola de avelã ou amêndoa (€6,50), queques, bolachas de alperce e coco (€3), biscoitos de limão, gengibre e espelta (€3,10), bolos, salgados e comida pronta. É tudo confecionado com ingredientes frescos, da época, sem corantes nem conservantes, sendo os bolos e as massas batidos e amassados à mão. Os produtos The Love Food estão à venda em várias lojas e supermercados e também por encomenda no site em www.thelovefood.pt.

www.thelovefood.pt > T. 91 465 1380