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A propaganda política chinesa chegou a Lisboa

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Os cartazes de propaganda política produzidos na China, entre 1959 e 1981, mostram-se no Museu do Oriente

Decidimos partir do lado do Monsanto. O carro ficou estacionado no parque perto do Bairro da Serafina. Este é uma das portas de entrada do Parque Florestal do Monsanto, onde se iniciam diversos caminhos pedonais e cicláveis em direção à mata. Um, dois, três, aqui vamos nós!
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Decidimos partir do lado do Monsanto. O carro ficou estacionado no parque perto do Bairro da Serafina. Este é uma das portas de entrada do Parque Florestal do Monsanto, onde se iniciam diversos caminhos pedonais e cicláveis em direção à mata. Um, dois, três, aqui vamos nós!

Passamos o viaduto sobre as linhas de comboio que fazem a ligação entre Lisboa e Sintra, e a outra margem, através da ponte sobre o Tejo. Ao fundo, as torres das Amoreiras espreitam na linha do horizonte.
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Passamos o viaduto sobre as linhas de comboio que fazem a ligação entre Lisboa e Sintra, e a outra margem, através da ponte sobre o Tejo. Ao fundo, as torres das Amoreiras espreitam na linha do horizonte.

Máquinas e homens a trabalhar. A reconversão da Quinta do Zé Pinto num parque urbano está em marcha: construção de um parque infantil, um circuito pedonal, uma zona de produção agrícola e um núcleo pedagógico. E ainda a criação de bacias de infiltração e retenção de água, que têm como objetivo ajudar a salvaguardar Alcântara das cheias.
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Máquinas e homens a trabalhar. A reconversão da Quinta do Zé Pinto num parque urbano está em marcha: construção de um parque infantil, um circuito pedonal, uma zona de produção agrícola e um núcleo pedagógico. E ainda a criação de bacias de infiltração e retenção de água, que têm como objetivo ajudar a salvaguardar Alcântara das cheias.

A ciclovia segue junto às obras, sendo depois interrompida pela Rua de Campolide. Por isso o caminho faz-se pela passadeira.
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A ciclovia segue junto às obras, sendo depois interrompida pela Rua de Campolide. Por isso o caminho faz-se pela passadeira.

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.
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Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.

Uma aranha gigante serve de brincadeira para crianças.
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Uma aranha gigante serve de brincadeira para crianças.

No Quiosque d'Avó, João Braz serve sopa do dia, pregos, bifanas, hambúrgueres, tostas, etc. Espera que as notícias sobre o Corredor Verde tragam mais gente. «Outro dia apareceram aqui dois senhores que moram há 40 anos na rua do Instituto de Oncologia e não conheciam o espaço. É preciso colocar uma placa a indicar o jardim», apela.
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No Quiosque d'Avó, João Braz serve sopa do dia, pregos, bifanas, hambúrgueres, tostas, etc. Espera que as notícias sobre o Corredor Verde tragam mais gente. «Outro dia apareceram aqui dois senhores que moram há 40 anos na rua do Instituto de Oncologia e não conheciam o espaço. É preciso colocar uma placa a indicar o jardim», apela.

Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.
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Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.

Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.
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Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.

Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.
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Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.

Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.
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Medronheiros, folhados, alfarrobeiras e oliveiras compõem o espaço verde. O caminho de bicicleta faz-se pela direita, onde foi instalado um circuito de manutenção ao ar livre.

Há imensos pormenores. Personagens de contos, óperas clássicas e "heróis" chineses e estrangeiros como Zhou Enlai, Lenine ou o médico canadiano Norman Béthune.

E também há as "lutas revolucionárias", a "fraternidade entre as minorias étnicas", o ano novo chinês, jogos e brinquedos. De tudo isto se fazia a propaganda política chinesa, cujos cartazes integram a exposição Cartazes de Propaganda Chinesa. A Arte ao Serviço da Política, que se inaugurou no passado dia 25, na Galeria Nascente do Museu do Oriente, em Lisboa.

Escolhidos entre o acervo da coleção Kwok On da Fundação Oriente, os cerca de 100 cartazes expostos foram produzidos entre 1959 e 1981 e permitem descobrir alguns períodos como os do Grande Salto em Frente, das Comunas Populares e do fim da Revolução Cultural.

Outros tempos...

CARTAZES DE PROPAGANDA CHINESA. A ARTE AO SERVIÇO DA POLÍTICA Museu do Oriente, Av. Brasília, Doca de Alcântara, Lisboa T. 21 358 5200. Galeria Nascente. 25 jan-27 out, ter-qui, sáb-dom 10h-18h, sex 10h-22h (grátis das 18h-22h). ¤5, 6-12 anos/Estud ¤2, >65 anos ¤3.