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VISÃO 20 anos

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A actualidade, a manipulação e as emoções da comunicação estiveram no centro da discussão

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28 A Câmara de Lisboa pode impor obras aos proprietários dos edifícios devolutos e até expropriá-los. «Em vez disso, prefere pagar para fazerem graffiti, com o objetivo de tapar o problema», acusa Ivan Roque Duarte, do blogue Pensar Lisboa. Estes três edifícios ocupam um quarteirão inteiro. Na zona descoberta, nas traseiras, vivem alguns sem-abrigo
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Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28 A Câmara de Lisboa pode impor obras aos proprietários dos edifícios devolutos e até expropriá-los. «Em vez disso, prefere pagar para fazerem graffiti, com o objetivo de tapar o problema», acusa Ivan Roque Duarte, do blogue Pensar Lisboa. Estes três edifícios ocupam um quarteirão inteiro. Na zona descoberta, nas traseiras, vivem alguns sem-abrigo

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28
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Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28
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Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28

Avenida Duque de Loulé, 83 «Obras? Às vezes, vêm cá, fazem uns barulhos lá dentro e vão-se embora. Qualquer dia, aquilo cai em cima de nós», diz Filomena Costa, 68 anos, dona de um talho mesmo ao lado do edifício, abandonado há cerca de 20 anos. O proprietário do prédio é um consórcio com morada fiscal na Holanda, cujos membros do Conselho de Administração vivem em Barcelona
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Avenida Duque de Loulé, 83 «Obras? Às vezes, vêm cá, fazem uns barulhos lá dentro e vão-se embora. Qualquer dia, aquilo cai em cima de nós», diz Filomena Costa, 68 anos, dona de um talho mesmo ao lado do edifício, abandonado há cerca de 20 anos. O proprietário do prédio é um consórcio com morada fiscal na Holanda, cujos membros do Conselho de Administração vivem em Barcelona

Campo Grande, 176-184 Abandonado há mais de 15 anos, já passou pelas mãos de várias empresas. «O prédio está destelhado, de portas e janelas abertas, para se degradar e forçar a câmara a aceitar a demolição», acusa Paulo Ferrero, do Movimento Fórum Cidadania Lisboa. O objetivo da atual proprietária será construir um megaempreendimento, aproveitando um terreno vizinho
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Campo Grande, 176-184 Abandonado há mais de 15 anos, já passou pelas mãos de várias empresas. «O prédio está destelhado, de portas e janelas abertas, para se degradar e forçar a câmara a aceitar a demolição», acusa Paulo Ferrero, do Movimento Fórum Cidadania Lisboa. O objetivo da atual proprietária será construir um megaempreendimento, aproveitando um terreno vizinho

Campo Grande, 176-184
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Campo Grande, 176-184

Campo Grande, 176-184
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Campo Grande, 176-184

Avenida da República, 91 «O prédio caiu-me no colo», conta Manuel Fezas Vital. «[O proprietário] morreu em 2008, deixou aquilo em herança e eu não percebo nada de construção. Decidi vendê-lo, mas já a crise tinha estalado...» Apesar do preço relativamente baixo (2,7 milhões de euros), não aparecem compradores
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Avenida da República, 91 «O prédio caiu-me no colo», conta Manuel Fezas Vital. «[O proprietário] morreu em 2008, deixou aquilo em herança e eu não percebo nada de construção. Decidi vendê-lo, mas já a crise tinha estalado...» Apesar do preço relativamente baixo (2,7 milhões de euros), não aparecem compradores

Avenida da República, 91
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Avenida da República, 91

Como é que se manipula hoje a criação? Com esta pergunta o escritor Fernando Dacosta deu o mote para a segunda tertúlia Jornalismo&Literatura. Desta vez sobre o contemporâneo e as suas influências na comunicação.

Pedro Vieira faz o noticiário satírico do canal Q e não tem dúvidas de que, nos tempos que correm, a realidade é mais rica do que a própria ficção.

Para os portugueses, a Guerra Civil de Espanha seria tema do passado, mas no país vizinho continua muito presente - contemporânea. Só assim se explica que um grupo de adolescentes tenha chorado os avós e bisavós que nunca conheceram num cemitério onde o jornalista Cesário Borga, na altura correspondente da RTP, fez reportagem.

Se a guerra continua a marcar o contemporâneo isso deve-se, em grande parte, ao poder da imagem. Podem as fotografias jornalísticas ser manipuladas para melhor contar uma história? Sim, desde que haja a honestidade de avisar o leitor. Teresa Flores investiga a comunicação através das imagens e mostrou como a criatividade pode fazer a diferença numa narrativa.

Esta foi a segunda de um ciclo de tertúlias dedicadas ao Jornalismo e Literatura, com organização do Clepul (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias), núcleo de Jornalismo e Literatura da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e apoio da revista VISÃO.

Próxima Tertúlia

20 de junho de 2013

Letras e Artes. Exprimir emoções, com e para além da palavra

Com: Maria Teresa Horta; José Carlos Vasconcelos; Sílvia Souto Cunha