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VÍDEO: A costa dos tesouros

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Pela primeira vez, há um plano para resgatar uma nau carregada de ouro e prata que naufragou na baía de Setúbal, no final do séc. XVI. Para o nosso Indiana Jones, o achado pode tornar a zona num dos polos mundiais da arqueologia subaquática

Embarcar nesta história é como dar um mergulho no passado. Imaginam-se logo as embarcações de madeira, de velas ao alto, carregadas de ouro, prata e especiarias, e os seus ambiciosos comandantes, desafiadores dos corsários e dos mares em fúria, a tentarem galgar ondas gigantes para chegar a terra firme.

O projeto de Grândola é agora a menina dos seus olhos - "Na região, há, pelo menos, outros nove navios afundados", justifica. Adivinha-se ainda a colaboração da equipa arqueológica do Tróia Resort e da Sonae, que reabilitou as ruínas romanas locais. Convidado pela Unesco para apresentar o projeto em Bruxelas, em dezembro, Alexandre Monteiro espera conseguir parcerias com Espanha e Holanda, países igualmente interessados no que pode estar na nossa costa.



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