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Verão néon

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Os fluorescentes são a tendência deste verão. Dos acessórios à maquilhagem, passando pelas peças de roupa, o néon chegou para alegrar

Os ingredientes usados são italianos, como a farinha Caputo, a melhor para este tipo de pizza.
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Os ingredientes usados são italianos, como a farinha Caputo, a melhor para este tipo de pizza.

É bem amassada e fica duas horas a levedar.
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É bem amassada e fica duas horas a levedar.

Até atingir a temperatura ideal para ser trabalhada.
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Até atingir a temperatura ideal para ser trabalhada.

Quando a massa fica elástica é cortada com uma espátula e dividida em bolas de 240 gramas, trabalhadas até ficarem com a superfície bem lisa.
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Quando a massa fica elástica é cortada com uma espátula e dividida em bolas de 240 gramas, trabalhadas até ficarem com a superfície bem lisa.

Após as bolas descansarem entre 8 a 14 horas, Antonio Mezzero passa-as por farinha.
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Após as bolas descansarem entre 8 a 14 horas, Antonio Mezzero passa-as por farinha.

Depois é moldada segundo a técnica do schiaffo (que, em português, significa estalada), até atingir os 30 centímetros de diâmetro.
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Depois é moldada segundo a técnica do schiaffo (que, em português, significa estalada), até atingir os 30 centímetros de diâmetro.

E nada de rolos, a base é toda esticada à mão.
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E nada de rolos, a base é toda esticada à mão.

Deita-se cerca de 100 gramas de tomate...
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Deita-se cerca de 100 gramas de tomate...

...folhas de basílico...
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...folhas de basílico...

...e queijo mozzarella ralado. Por fim, um fio de azeite.
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...e queijo mozzarella ralado. Por fim, um fio de azeite.

Vai ao forno de lenha a uma temperatura entre os 430 e os 480 graus. As bordas sobem imediatamente, ao entrar no forno, por não terem sido amassadas. Têm de ter entre um e dois centímetros de altura.
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Vai ao forno de lenha a uma temperatura entre os 430 e os 480 graus. As bordas sobem imediatamente, ao entrar no forno, por não terem sido amassadas. Têm de ter entre um e dois centímetros de altura.

A tendência apareceu, tímida, no verão passado. Reinventou-se o look do final dos anos 1980, com alguns apontamentos fluorescentes.

Este ano, perdeu-se a vergonha e o medo de ofuscar. Quanto mais cor, melhor, refletindo-se em toda a roupa e acessórios.

O que começou por ser uma tendência streetwear, avançou passarela adentro. Oscar de la Renta, Louis Vuitton ou Christian Dior, por exemplo, incorporaram estes tons vibrantes nas coleções de primavera-verão.

Dita a moda que os néons vão bem com cores neutras, para sobressaírem como deve ser. Também casam na perfeição com roupa preta, aumentando, assim, o contraste.

Proibido, só mesmo abusar das peças fluorescentes, em looks integrais. Há quem diga que os períodos recessivos puxam para a compra de peças coloridas, que funcionam como pequenos pormenores capazes de alegrar um guarda-roupa com pouca renovação.

Uma explicação plausível, que pode ter sido válida nos idos de 80, quando se deu a primeira explosão de néons, altura em que Portugal lidava também com a intervenção do Fundo Monetário Internacional.

Nessa época de chumaços e cabelos exagerados, os tons elétricos estavam associados aos adolescentes.

Hoje já não são apenas os teenagers a aderir: os néons são válidos para todas as idades, com maior ou menor irreverência, consoante a personalidade de cada um.

Os amarelos, laranjas e verdes são mais populares na roupa masculina, enquanto as mulheres podem optar por uma panóplia que vai dos rosas aos azuis, com maior predominância dos amarelos e dos verdes. Tudo a combinar com a pele dourada pelo sol...