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Sicasal não vai despedir ninguém após incêndio

Sociedade

A administração da fábrica da Sicasal em Vila Franca do Rosário, Mafra, esclareceu que nenhum posto de trabalho está em risco e que a fábrica deverá retomar a laboração ainda esta semana

A administração da fábrica da Sicasal em Vila Franca do Rosário, Mafra, esclareceu que, apesar do incêndio que deflagrou esta terça feira, nenhum posto de trabalho está em risco e que a fábrica deverá retomar a laboração ainda esta semana.

"O objetivo não é mandar ninguém para casa nem despedir ninguém", afirmou aos jornalistas o porta-voz da administração, Jorge Passarinho, adiantando que há a intenção de "a fábrica poder recomeçar a laborar esta semana".

O responsável disse que o seguro deverá cobrir os prejuízos.

O incêndio foi dado como dominado, às 9h44, pelo comandante de operações de socorro no local", segundo fonte do Comando Distrital de Protecção Civil à agência Lusa. Um bombeiro ficou ferido no combate às chamas, "num membro inferior provocado por um embate com uma auto-escada", referiu a mesma fonte.

O presidente da junta de Freguesia de Vila Franca do Rosário, João Lima, disse à Lusa que "o incêndio começou às 07:10 e propagou-se rapidamente à área de produtos frescos". O fogo "começou na sala de embalagem, onde há caixas de cartão e embalagens de plástico, e começou a propagar rapidamente" a outras áreas da fábrica. Alguns "colegas tentaram com os extintores apagar o primeiro foco de incêndio mas o fumo e as labaredas eram tais que eles não conseguiram e tiveram que ir alertar as pessoas para saírem das instalações", acrescentou.

Fábrica muito danificada

As chamas deixaram a fábrica "muito danificada", embora ainda não seja possível ter uma noção exata dos estragos.

Segundo o comandante municipal da Proteção Civil de Mafra, Miguel Oliveira, depois da extinção do incêndio, o que ainda irá durar "algum tempo", será necessário retirar os destroços do interior da fábrica. Só após estas operações vai ser possível avaliar a dimensão dos danos, acrescentou o responsável, à Lusa.

Miguel Oliveira avança que a fábrica "não está completamente destruída, mas está muito danificada", especificando que cerca de 20% da área total foi afetada e que corresponde à área de produção.