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Quando ter orgasmos passa a ser um pesadelo

Sociedade

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Reprodução The Sun

Um orgasmo é normalmente sinónimo de prazer. Mas 500 por dia não. Conheça a história de Zara Richardson, que sofre de uma síndrome que transforma as atividades mais rotineiras em motivo de excitação sexual. "Uma forma exaustiva de viver", garante

Síndrome de Excitação Sexual Persistente (PSAS). É este o nome do pesadelo da britânica Zara Richardson, de 30 anos, que chega a ter 500 orgasmos por dia. Sem ter necessariamente qualquer atividade sexual - fazer compras, aspirar a casa, andar de escadas rolantes, o telemóvel a tocar no bolso, tudo isto pode desencadear um orgasmo.

"Também tenho orgasmos quando escolho um produto no supermercado, quando passo por portas giratórias, quando empurro um carrinho de compras. Acontece até mesmo quando alguém se senta ao meu lado no sofá", conta.

"As pessoas acham que eu devo estar em êxtase todos os dias, mas ter orgasmos constantemente está a arruinar a minha vida", confessou a britânica ao tablóide The Sun.

E para quem possa continuar a achar que ter 500 orgasmos por dia é bom, a jovem conclui: "A PSAS afastou-me do sexo e trouxe-me uma depressão".

A Síndrome de Excitação Sexual Persistente foi considerada pela primeira vez como um transtorno médico em 2001. O diagnóstico de Zara chegou em 2010, depois de procurar ajuda médica. Foram-lhe receitados antidepressivos, analgésicos e anti-inflamatórios. Compressas quentes e frias para parar os orgasmos ou até uma embalagem de vegetais congelados são outros truques usados pela jovem.