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Portugueses à solta

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Histórias dos novos emigrantes - licenciados, viajados, cientes de que a vida mudou mesmo -, que não param de chegar a um país de salários altos e pujança económica. VEJA AS FOTOS e leia a reportagem na VISÃO desta semana

André Patrocínio, 35 anos É designer free lancer, no Rio de Janeiro. Colaborou com a Tátil, empresa que desenhou o logótipo dos Jogos Olímpicos
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André Patrocínio, 35 anos É designer free lancer, no Rio de Janeiro. Colaborou com a Tátil, empresa que desenhou o logótipo dos Jogos Olímpicos

«Vim pela experiência pessoal, viver aqui é um privilégio. Não vim por dinheiro»
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«Vim pela experiência pessoal, viver aqui é um privilégio. Não vim por dinheiro»

Ana Matos, 35 anos Passou pelo Chile e pela Madeira antes de aterrar no Rio, onde é gerente de hospedagem do Hotel Marina All Suites
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Ana Matos, 35 anos Passou pelo Chile e pela Madeira antes de aterrar no Rio, onde é gerente de hospedagem do Hotel Marina All Suites

«Todas as semanas recebo emails de Portugal a dizer: 'Vê se me arranjas aí um emprego'»
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«Todas as semanas recebo emails de Portugal a dizer: 'Vê se me arranjas aí um emprego'»

José Gomes, 30 anos Foi de Londres para São Paulo, abrir um escritório da Dunnhumby Brasil. É diretor executivo desta consultora de retalho
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José Gomes, 30 anos Foi de Londres para São Paulo, abrir um escritório da Dunnhumby Brasil. É diretor executivo desta consultora de retalho

«Os paulistas têm um apetite voraz para trabalhar e aprender»
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«Os paulistas têm um apetite voraz para trabalhar e aprender»

Filipe Caldas, 34 anos É vice-presidente da Hamilton Lane, uma gigante americana do setor de private equity. Mora no chique Leblon
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Filipe Caldas, 34 anos É vice-presidente da Hamilton Lane, uma gigante americana do setor de private equity. Mora no chique Leblon

«O Rio está caro, mas não é preciso muito dinheiro para se ser feliz nesta cidade»
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«O Rio está caro, mas não é preciso muito dinheiro para se ser feliz nesta cidade»

Maria Van Grichen, 30 anos Procura emprego na área de marketing e comunicação há dois meses. Já fez um trabalho para uma marca inglesa, no Rio
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Maria Van Grichen, 30 anos Procura emprego na área de marketing e comunicação há dois meses. Já fez um trabalho para uma marca inglesa, no Rio

«Não quero ser rica, quero evoluir e ser valorizada. Em Portugal não me sentia valorizada»
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«Não quero ser rica, quero evoluir e ser valorizada. Em Portugal não me sentia valorizada»

Miguel Bacelar, 37 anos Está desde 2009 em São Paulo, onde é diretor de planeamento estratégico, na agência de publicidade Loducca. Nunca trabalhou tanto
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Miguel Bacelar, 37 anos Está desde 2009 em São Paulo, onde é diretor de planeamento estratégico, na agência de publicidade Loducca. Nunca trabalhou tanto

«Para ter um bom nível de vida aqui sofre-se mais, a pressão é muito maior»
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«Para ter um bom nível de vida aqui sofre-se mais, a pressão é muito maior»

Catarina Caldas, 28 anos Ofereceu-se para trabalhar num hostel, criou um guia alternativo do Rio e acabou manager e produtora do músico Noé Klabin
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Catarina Caldas, 28 anos Ofereceu-se para trabalhar num hostel, criou um guia alternativo do Rio e acabou manager e produtora do músico Noé Klabin

«Se tivesse de casar-me para ter um visto casava-me, não tenho vergonha de dizê-lo»
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«Se tivesse de casar-me para ter um visto casava-me, não tenho vergonha de dizê-lo»

Jordi Burch, Fotógrafo e autor de algumas das fotos, mudou-se para São Paulo já la vão 4 anos
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Tiago Paula Carvalho, 35 anos fotografo e autor de algumas das fotos foi para o Rio de Janeiro no último verão
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Tiago Paula Carvalho, 35 anos fotografo e autor de algumas das fotos foi para o Rio de Janeiro no último verão

Hugo Gonçalves, 34 anos autor desta reportagem mudou-se para o Rio há 4 meses
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Hugo Gonçalves, 34 anos autor desta reportagem mudou-se para o Rio há 4 meses

São muitos. Cada vez mais. E continuam a chegar, com ou sem visto, para iniciar uma vida inédita, num país de salários altos e pujança económica. Os novos emigrantes portugueses - licenciados, viajados, cientes de que a vida mudou mesmo - não encontram apenas praias, água de coco e a esperança de desafogo financeiro. Nem tudo é fácil, nem todos os dias aparece o sol, nem todos farão fortuna. O que começou como fuga para alguns é agora um desafio - o segundo ato das suas vidas

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA VISÃO DESTA SEMANA