Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

Jardim botânico de Coimbra encerrado devido ao temporal

Sociedade

  • 333

O Jardim Botânico da Universidade de Coimbra encontra-se encerrado ao público por questões de segurança, depois do temporal do fim-de-semana, que fez cair algumas das árvores centenárias. VEJA AS FOTOS

Dezenas de árvores de grande porte foram derrubadas pelo temporal no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra
1 / 5

Dezenas de árvores de grande porte foram derrubadas pelo temporal no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra

O temporal derrubou uma das árvores bi-centenárias do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra
2 / 5

O temporal derrubou uma das árvores bi-centenárias do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra

Cunninghamia lanceolata, uma das três árvores mais antigas do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, não resistiu aos ventos fortes
3 / 5

Cunninghamia lanceolata, uma das três árvores mais antigas do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, não resistiu aos ventos fortes

Na Mata do Jardim, os estragos afetaram dezenas de árvores
4 / 5

Na Mata do Jardim, os estragos afetaram dezenas de árvores

Por questões de segurança, o Jardim permenecerá fechado ao público até que a remoção dos destroços esteja concluída
5 / 5

Por questões de segurança, o Jardim permenecerá fechado ao público até que a remoção dos destroços esteja concluída

Dezenas de árvores do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra foram arrancadas pela raiz, incluindo algumas das maiores e mais antigas. É o caso de uma Cunninghamia lanceolata, que datava do início do século XIX, arrancada pela raíz.

Os ventos que sopraram a mais de 120 Kms/ hora, em Coimbra, provocaram também sérios danos nas infraestruturas do Jardim, com  as árvores derrubadas a arrastarem consigo muros e grades.

Por questões de segurança, o espaço vai ficar fechado até que o Jardim considere estarem reunidas as condições de segurança necessárias à reabertura.

Os efeitos do mau tempo de sábado e domingo "são piores do que aqueles que foram provocados pelo ciclone de 1941" (o desastre mais grave de que "há registo na história do Jardim", criado em 1772), disse hoje à agência Lusa Paulo Trincão, diretor da instituição.

"Mais de uma dezena das árvores arrancadas são centenárias" e pertenciam ao "Quadrado Central" (zona histórica) do JBUC, salientou aquele responsável.