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Guardas alertam para "grau de perigosidade" dos presos a monte

Sociedade

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Os três reclusos que fugiram domingo do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, ferindo três guardas prisionais, têm um "grau de perigosidade" que preocupa as autoridades. VEJA O VÍDEO

De acordo com Júlio Rebelo, presidente do Sindicato Independente do Corpo de Guardas Prisionais (SICGP), "o corpo da guarda está bastante preocupado com o grau de perigosidade dos reclusos".

Os três reclusos, adiantou Júlio Rebelo, fugiram no domingo, pelas 19:00, quando era feita a "passagem para o jantar", que acontece junto à portaria da prisão.

Os três homens "aproveitaram a situação" para fugir, tendo usado de "extrema violência para com três elementos do corpo da guarda", dois homens e uma mulher, que foram transportados para o hospital.

Segundo Júlio Rebelo, nas agressões foi utilizada pelos reclusos uma chave de fendas. Além disso, "um dos guardas, depois de agredido, foi fechado numa arrecadação".

O sindicalista sublinhou que o estabelecimento prisional de Castelo Branco "tem uma falta de guardas bastante acentuada".

A Lusa confirmou entretanto que a GNR já foi a um acampamento de casas abarracadas, situado na reta do Lanço Grande, em Castelo Branco, recolher informações para tentar localizar os foragidos.

Fonte policial adiantou ainda à Lusa que os reclusos têm 27, cerca de 30 e 55 anos. Dois deles tinham, à data da detenção, residência em Castelo Branco. O terceiro é de Sousel, no concelho de Avis, distrito de Portalegre. 

Todos os guardas feridos já tiveram alta 

O terceiro guarda prisional ferido durante a fuga dos três reclusos "já teve alta e está em casa", informou esta manhã o SICGP.

Os outros dois colegas do guarda prisional feridos durante a fuga já tinham recebido alta na última noite.