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Elementos da Greenpeace escalam prédio mais alto da Europa

Sociedade

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Em protesto contra a extração de petróleo e de gás do Ártico, seis ativistas da Greenpeace escalaram o "The Shard". VEJA AS FOTOS

MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se
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MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se

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As seis ativistas da Greenpeace - Sabine, Sandra, Victo, Ali, Wiola e Liesbeth -, iniciaram esta aventura como forma de protesto contra a petrolífera Shell, que tenciona perfurar o Ártico à descoberta tanto de petróleo como de gás.

Escalar um edifício teria como objetivo instalar no topo uma peça de arte que captura a beleza do Ártico, mas a escolha deste em particular deve-se ao facto de estar à vista das três escritórios da petrolífera Shell existentes em Londres e, principalmente, de ter sido delineado em forma de gelo.

A Greenpeace veio declarar que criaram um movimento mundial para impedir que a Shell - líder da unidade das companhias petrolíferas no Ártico que investe muito dinheiro nas perfurações do Alasca e da Rússia - continue com os planos previstos, no entanto a companhia tende a resistir.

Por sua vez, a petrolífera Shell divulgou um comunicado explicando que respeita a Greenpeace e que tudo se trata de uma troca de pontos de vista. No entanto, esclareceram que a produção de petróleo e de gás no Ártico não era novidade.