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É uma robô...lução

Sociedade

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Foram para Marte e para o fundo do oceano, vigiam cidades e juntam-se s frentes de guerra - mas a grande invasão ocorre nas nossas casas, com robôs-aspiradores a tornarem-se tão comuns como os micro-ondas

No princípio, pensou-se num robô para a exploração espacial e nasceu o Genghis. Corria o ano de 1991, quando, no departamento de Robótica do MIT, nos EUA, Colin Angle, Helen Greiner e Rodney Brooks fundaram a iRobot. O objetivo era simples: dar vida a uma ideia que acompanhava os três investigadores há imenso tempo, desde que, em 1921, o escritor checo Karel Capek imaginara a criação de um humanóide. 

Cinco anos depois, o mundo conheceu Ariel, uma máquina desenhada para a deteção de minas, dentro e fora de água. Em 2001, o PackPot foi de grande utilidade no resgate de sobreviventes do atentado às Torres Gémeas, em Nova Iorque. Desde então, tem sido usado em todo o mundo - ao serviço do Pentágono mas também da National Geographic. Agora, 30 dessas máquinas foram encomendadas pelas autoridades brasileiras para serem utilizadas durante o Campeonato do Mundo de Futebol, em 2014. 

Esta última geração da tecnologia robótica entrou nas nossas casas com o nome de código Roomba, em 2002. É um aspirador. Mas não um aspirador qualquer. É um dispositivo eletromecânico, capaz de realizar trabalhos de maneira autónoma ou pré-programada. O melhor? Foi projetado especialmente para se adaptar ao nosso mundo e estilo de vida. Hoje, após seis gerações de máquinas e 9 milhões de unidades vendidas em todo o mundo, os modelos vêm equipados com o sistema de navegação reativa iAdapt, que é como quem diz, ajustado à casa de cada um.

 

 

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Edição número 1068 de 13 de Junho de 2013