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Casas para o fim do mundo continuam a fazer sucesso

Sociedade

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Continua a ser um sucesso no mercado imobiliário norte-americano. Algumas têm todas as características de uma vida de luxo, com fácil acesso a piscinas interiores, ginásios, campos de basquetebol... Tudo debaixo da terra. VEJA AS FOTOS E O VÍDEO

Chegue atrasado Por duas razões: Em primeiro lugar para evitar ter de fazer sala com aquela colega aborrecida com quem nunca trocou uma palavra e que é sempre a primeira a chegar; E em segundo, porque, assim, quando chegar, todos terão uma desculpa para interromper as conversas de circunstância: "Olha quem chegou!"
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Chegue atrasado Por duas razões: Em primeiro lugar para evitar ter de fazer sala com aquela colega aborrecida com quem nunca trocou uma palavra e que é sempre a primeira a chegar; E em segundo, porque, assim, quando chegar, todos terão uma desculpa para interromper as conversas de circunstância: "Olha quem chegou!"

Nunca se ofereça para planear... e muito menos para limpar Os "homens a sério", garante a GQ, deixam os detalhes sujos para os outros, porque estão ocupados a ter ideias fantásticas
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Leve sempre um acompanhante É a melhor desculpa para ser anti-social
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Guarde as substâncias ilícitas para quando o patrão estiver a falar Pode querer sair dalí quando estiver a ouvir falar do ótimo desempenho da empresa que em nada reverte para si
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Se não houver um «depois da festa», faça com que haja Só para o caso de precisar desanuviar depois da festa oficial
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Coma antes de ir Com todos os cortes que todas as empresas estão a enfrentar, é melhor não arriscar
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Se não for bar aberto não é uma festa Neste caso, o melhor é mesmo desistir
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Não se envolva sexualmente com um colega Há um dia seguinte. De trabalho. É bom não esquecer
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Adele
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Rita Pereira
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Bernardo Sassetti
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Thanks Dad. #astonmartin
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Watch Wednesday #rkoi by calliedweber #rolex #hermes
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My new yellow diamond. by samikaziii
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Just a little clothes shopping. by thatsoalexandra
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Just a little clothes shopping. by thatsoalexandra

O sucesso de vendas começou há 15 anos, nos Estados Unidos da América, e representa o medo do fim do mundo ou de um desastre natural. O conceito baseia-se em viver debaixo do solo, em propriedades protegidas, enterradas a grandes profundidades e destinadas a proteger os seus habitantes de qualquer apocalipse.

As empresas decidiram aproveitar a procura e este tipo de habitação tornou-se altamente desejável. As instalações são personalizadas e as vendas dispararam em 25 por cento desde o passado dia 21 de dezembro, data marcada para o fim do mundo, que não chegou a acontecer.

Brad Roberson, director de marketing da empresa Rising S Company, explicou que algumas das casas podem funcionar mesmo como casa única para uma família, em vez de ser procurada só em alturas de maior crise. "A família tem acesso as todos os principais serviços como televisão, aparelhos de alta tensão, sala onde se pode cultivar uma horta ou ter um jardim, casas de banho, todas as comodidades de uma casa de luxo absolutamente personalizada", disse Roberson à ABC News. "O objetivo é não limitar a imaginação das pessoas neste tipo de negócio".

Os preços das habitações variam entre os 54 mil e os 10 milhões de dólares, sendo que o tamanho da casa varia conforme o preço. Uma outra empresa, a Utah Shelter Systems, que também se dedica à produção deste tipo de abrigos, aposta em valores entre os 50 e os 75 mil dólares, ou seja, de 40 a 60 mil euros.

As casas apresentam várias vantagens. Em primeiro lugar, são à prova de armas nucleares e químicas, encontram-se completamente equipadas (algumas até com lareira), incluem sistemas de filtragem de ar, são à prova de explosão, de precipitação e podem ter "portas secretas, passagens ocultas, salas de pânico e vidros à prova de balas", de acordo com Roberson. Os abrigos tê uma vida útil estimada em 200 anos e a profundidade a que estão colocados permite controlar o clima.

Os abrigos de sobrevivência localizam-se em cidades como Montebello, na Califórnia, maioritariamente no sul e oeste do país. 

Rising S Company construiu um abrigo no valor de oito milhões de dólares, com 1,4 quilómetros quadrados, elevadores e rampas em caso de proprietário deficiente. "Acima do solo é camuflada com um velho celeiro de madeira, para que ninguém desconfie", disse Roberson à ABC News. "A casa tem um campo de basquete, espaço para avião, ginásio e 22 salas para uma grande família".

Há 13 anos que é um negócio estável, tendo tido um grande impulso em 2000 depois da queda do World Trade Center. Tem-se desenvolvido também no Médio Oriente.