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A 'novela' Bárbara-Carrilho explicada ponto por ponto

Sociedade

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Bárbara Guimarães com Manuel Maria Carrilho

Bruno Rascão

Desde a notícia de que a apresentadora terá sido alvo de violência doméstica, avançada na sexta-feira, sucedem-se as acusações e as revelações 

A queixa por violência doméstica

A apresentadora apresentou uma queixa-crime dia 17, alegando violência continuada por parte do marido. A denúncia foi feita ao DIAP de Lisboa, um dia antes de Carrilho regressar de Paris e ser impedido de entrar em casa.  

Num breve comunicado emitido sexta-feira pela SIC, Bárbara confirmou a separação e pediu respeito pela sua privacidade e dos filhos, Dinis Maria, de nove anos, e Carlota, de três: "Confirmo que avancei com o pedido de divórcio litigioso. O meu silêncio em público prende-se única e exclusivamente com a vontade que mantenho em proteger os meus filhos, nesse sentido, não vou alimentar qualquer polémica ou responder a qualquer mentira que possa vir a público."

"Uma grande confusão"

Segundo a primeira notícia avançada na passada sexta-feira pelo Correio da Manhã, a PSP terá sido chamada, no dia 19 de outubro, à residência que a apresentadora, de 40 anos, e o ex-ministro da Cultura, de 62, dividiam, devido a "uma grande confusão", na palavras de um vizinho, citado pelo jornal. 

A outra queixa

No mesmo dia, 25 de outubro, em que foi revelada a apresentação da queixa da apresentadora, Manuel Maria Carrilho assegurou ao Diário de Notícias que ele foi o primeiro a apresentar uma queixa contra a ainda mulher.  "Se há queixa, é minha contra a Bárbara que foi apresentada no DIAP [Departamento Investigação Acção Penal], após o momento em que, para minha surpresa, me vi impedido de entrar em minha casa e ver os meus filhos", afirmou então Manuel Maria Carrilho.

A visita de Carrilho e os "capangas"

Ainda no mesmo dia, sexta-feira, 25, o ex-ministro da Cultura deslocou-se à casa do casal, alegadamente para ver os dois filhos, de nove e três anos, que considera estarem "sequestrados". Para a visita, Carrilho fez-se acompanhar de dez pessoas. Impedido de entrar, o episódio da "visita" acabaria com a polícia e o INEM a serem chamados ao local depois de uma alegada agressão a um amigo da apresentadora.

À revista Caras, o advogado de Bárbara Guimarães, Pedro Reis, comenta que "ninguém de bom senso pode acreditar que se queira visitar os filhos a altas horas da noite de sexta-feira, acompanhado de um conjunto de capangas e de um arrombador de portas".

Alcoolismo, silicone e comprimidos

As declarações de Manuel Maria Carrilho subiram de tom no sábado, garantindo ao Expresso que "nunca tocou" na mulher, que  acusa de"atuar como uma pessoa enlouquecida", por "estar sistematicamente alcoolizada".

Já esta segunda-feira, 28, o Correio da Manhã publica uma entrevista com o ex-governante, na qual reitera a acusação e fala num "processo de degradação" que terá começado há um ano. Carrilho conta ainda que a mulher terá recusado um convite para administração da SIC, preferindo "disputar-se com as meninas de 18 anos na apresentação". "Encheu-se de silicone e só não 'bombou' de botox porque eu me recusei e disse que saia de casa", conta, acrescentando que Bárbara tomaria "entre "30 a 50 comprimidos por dia".

Os "traumas"

Das revelações na entrevista ao CM desta segunda-feira, conta-se ainda a de que "a Bárbara está cheia de traumas". Segundo Carrilho, além do pai alcoólico, a apresentadora terá sofrido várias tentativas de violação por parte do padrasto.

O processo por difamação

O advogado de Bárbara Guimarães confirma que a apresentadora vai processar o ainda marido por injúrias, calúnias e difamação.