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A confissão de Armstrong ponto por ponto

Sociedade

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A ausência de problemas de consciência, o cocktail de substâncias e procedimentos não autorizados, os esquemas. Confira os vídeos dos momentos-chave da entrevista da lenda do ciclismo. VEJA OS VÍDEOS

Sim ou Não: Doping em todas as vitórias do Tour?

A entrevista "sem condições" de Lance Armstrong a Oprah Winfrey começou com perguntas a que o ciclista tinha de responder apenas com "sim ou não". A todas - se usou substâncias ilícitas, se o fez em todas as vitórias do Tour de France -, Armstrong responde com um inequívoco "sim". Excepção para a questão "acha que seria humanamente possível vencer o Tour, sete vezes seguidas, sem doping?"

"Era uma história perfeita, mas não era verdadeira"

Depois de anos a negar o doping, e a chamar mentirosos aos que o acusavam da prática antidesportiva, o ciclista resume tudo como "uma grande mentira", "que repetiu muitas vezes".

Como tudo funcionava

Durante anos, os testes anti-doping estavam um passo atrás do próprio doping em termos de sofisticação. Armstrong passou mais de 500 controlos durante a sua carreira. A Oprah, garantiu que nunca teve medo de ser apanhado e explicou que usava um 'cocktail' de EPO, transfuões de sangue e testosterona, que, neste último caso, justificava com o cancro nos testículos que tinha tido.

A 'última vez' foi em 2005

Apesar de todas as acusações, Lance Armstrong garante que a última vez que recorreu ao doping foi no Tour de 2005.

Um 'paravalhão humanitário'

Salientando que a fama amplia o carácter de cada um, Oprah Winfrey deu como exemplos "o humanitário e o parvalhão". "Não sei se usou essas palavras ao acaso...", começou por responder Armstrong. "Eu diria que sou ambos e agora estamos certamente a ver mais da parte do 'parvalhão'".

Estava errado?

O doping fazia tão parte do processo de competir, que Armstrong garante que nem sentia que estava a fazer algo errado, nem se sentia mal com isso, nem tão pouco achava que estava a fazer batota.