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Afinal, governo sempre vai contratar mais médicos

Sociedade

Adha Ghazali / EyeEm/ Getty Images

Depois do caos anunciado nas urgências dos principais hospitais durante o verão, os ministérios da Saúde e das Finanças acabaram por decidir contratar mais médicos

O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, deixara o aviso no final da manhã de ontem, depois de reunir com os diretores e responsáveis clínicos dos principais hospitais do país: só contratando mais médicos será possível fazer face ao verão e ás falhas já esperadas. Assim, uma horas depois, o Governo fez saber que abriu um processo de recrutamento para preenchimento de 167 vagas.

Em comunicado enviado às redações, os ministérios da Saúde e das Finanças avisam que foi “publicado o despacho que identifica as zonas carenciadas de recursos médicos", abrindo assim "o processo de recrutamento para o preenchimento de 167 vagas”.

Para já sabe-se que 50 são destinadas a médicos de família e que as restantes se dividem entre 13 especialidades hospitalares - anestesiologia (14 vagas), cardiologia (15), medicina interna (17), ginecologia/obstetrícia (12) e psiquiatria (10).

O despacho determina ainda a distribuição das vagas por 17 unidades hospitalares e 16 agrupamentos de centros de saúde, justificando ainda que se procurou dar resposta às "maiores necessidades reportadas pelos serviços, em zonas como o Alentejo, Algarve, nordeste transmontano e as beiras alta e interior”.

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