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Mais de metade dos portugueses têm dores que afetam o sono

Sociedade

Uma marca de colchões foi saber quais os hábitos de sono dos portugueses

Chayantorn Tongmorn / EyeEm

Dores nas costas e no pescoço são as principais razões para a falta de qualidade do sono dos portugueses

Os números são esclarecedores: segundo um estudo pedido pela Koala Rest, uma marca portuguesa de colchões, a qualidade do sono é muito importante para 85% das pessoas - mas 19% dormem menos de seis horas e dois em cada três acordam sempre a meio da noite. Além disso, há um terço dos inquiridos que adormece regularmente no sofá.

Segundo este estudo que ouviu 457 pessoas, aquilo que mais nos prejudica o sono são as dores nas costas (29%) e as dores no pescoço (27%). Ainda assim, há 77% dos inquiridos que obedecem às seis a oito horas de sono geralmente recomendadas, e 50% que precisa apenas de 15 minutos para adormecer.

Preocupante são os 19% que dormem menos de seis horas por noite. Quanto ao horário de deitar, o mais consensual é entre as 22h e meia-noite (64%), apesar de 29% dos entrevistados se deitar mais tarde, entre a meia-noite e duas da manhã. E deitar não precisa de ser numa cama. Adormecer no sofá é uma prática comum para 30% dos entrevistados.

Há ainda, diga-se, outro fator unânime para os portugueses: a posição de dormir. Entre os entrevistados, 75% garante que dorme de lado, enquanto 14% dorme de barriga para baixo, e apenas 11% de costas. O estudo revela ainda outro padrão: dois em cada três inquiridos acordam a meio da noite, sobretudo para ir à casa de banho (48%), ou em menor incidência, pelo calor (16%).

Por fim, uma prática curiosa sobre a almofada: 16% dos entrevistados indicam que têm o hábito de levar a almofada quando dormem fora de casa. No entanto, e tendo em conta a importância da almofada nos hábitos de sono, é surpreendente que metade dos inquiridos troquem de almofada apenas de quatro em quatro anos.