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Efeitos secundários de alguns medicamentos administrados a crianças

Sociedade

Paul Bradbury/Getty Images

Todos os medicamentos têm efeitos secundários. No caso 
de administração às crianças, 
o cuidado ainda deve ser maior

Vânia Maia

Vânia Maia

Jornalista

Sara Sá

Sara Sá

Jornalista

Metilfenidato

Perturbação de hiperatividade 
com défice de atenção

Resultados: ajuda à concentração 
e a controlar a impulsividade

Efeitos secundários: alguma perda de apetite e dificuldade em adormecer. Também acontecem, por vezes, casos de 'crianças-robôs', mais apáticas – o que acaba por ser corrigido com acertos na medicação

Antibióticos

Infeções causadas por bactérias

Resultados: combate as bactérias, ajudando o organismo a eliminá-las

Perigos: o abuso de antibióticos pode levar ao aparecimento de resistências. Além disso, nas crianças com menos de um ano, a sua toma pode alterar o equilíbrio do microbioma – as bactérias boas que vivem no nosso corpo

Corticoides

Alergias

Resultados: refreiam a reação do sistema imunitário

Perigos: usados por períodos longos, podem afetar o crescimento, daí que devam ser tomados apenas em situações agudas e não de forma preventiva

Melatonina

Dificuldade em adormecer

Resultados: este suplemento alimentar antecipa o sono e ajuda 
a criança a adormecer

Perigos: causa habituação e pode levar à alteração da produção de melatonina pela glândula hipófise

  • As crianças andam a tomar medicamentos a mais?

    Sociedade

    Anti-inflamatórios para baixar a febre, gotas de melatonina para induzir o sono, xaropes para a tosse ou vitaminas para fortalecer as crianças. Afinal, quando é que os medicamentos são mesmo necessários? No centro da polémica em torno da medicação dos menores está a Ritalina, o grande “papão” dos tempos modernos