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Trabalhadores da Raríssimas alertam para risco de fecho por falta de dinheiro

Sociedade

Paula Brito e Costa, fundadora e presidente da Raríssimas - Associação de Deficiências Mentais e Doenças Raras, fotografada em 2012 para a VISÃO

Marcos Borga

Os trabalhadores da "Raríssimas" avisaram hoje que a associação está em risco de fechar por falta de acesso às contas bancárias e apelaram ao primeiro-ministro para que envie uma direção idónea para permitir o funcionamento

Numa declaração à imprensa, hoje na Casa dos Marcos, na Moita, uma porta-voz dos trabalhadores explicou que a associação "Raríssimas" deixou de ter acesso às contas bancárias desde a demissão da presidente, Paula Brito e Costa, na terça-feira.

"Corremos o risco de fechar porque não temos dinheiro por muito tempo para dar comida. Corremos o risco de fechar porque não temos dinheiro por muito tempo para dar medicamentos" aos quase 200 utentes da associação, disse a porta-voz dos trabalhadores.

A responsável apelou ao primeiro-ministro, António costa, para que envie para a Casa dos Marcos "uma comissão de gestão ou uma direção provisória que possa fazer funcionar esta casa".