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Venha aprender a história do Universo em 45 minutos

Sociedade

Dan Kitwood / GettyImages

No evento Ignite Astro, cientistas andam pelo país a contar como se formou o Universo, como funciona o Sistema Solar, numa linguagem destinada ao cidadão comum. O próximo evento é já no dia 21, em Lisboa

Sara Sá

Sara Sá

Jornalista

É como se fosse uma digressão de rock, mas em vez de músicos em cima de um palco, há astrónomos. Em vez de notas de música, irá ouvir-se falar sobre os segredos da criação do Universo. Do mais recôndito e longínquo ao nosso Sistema Solar.

O formato Ignite tem sido usado para os temas mais variados e a ideia é que se apresente uma ideia, de forma clara e sucinta. No Igite IAstro, o modelo dos cinco minutos por apresentação é usado para apresentar conceitos de astronomia ao público.

No próximo evento, sexta-feira, 21 de julho, nove astrónomos, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), e convidados de outras instituições nacionais, estarão no Grande Auditório da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a partir das 21h30, para contar a história do Universo. Cada apresentação não pode ter mais de 20 slides, distribuídos ao longo de cinco minutos.

O desafio é grande, já que os temas são complexos: a origem, planetas extra-solares, buracos negros. Temas que por vezes nos atormentam a existência e que serão tratados de uma forma simples, acessível a todos os que queiram aparecer - a entrada é gratuita.

Depois de ter percorrido o país, na edição do ano passado, privilegiando as cidades mais pequenas, com menos acesso a este tipo de eventos, o Ignite Astro, todo o Universo em 45 minutos, aterra em Lisboa, apanhando boleia do Encontro Nacional de Astronomia e Astrofísica, que junta os maiores especialistas nacionais e estrangeiros.

Depois da capital, o Ignite Astro passará pela Ribeira Grande, Ponte de Lima e Óbidos.

“Esta é uma oportunidade única para todos os interessados na Astronomia e no estudo do Universo ouvirem falar sobre os temas mais ʻquentesʼ da atualidade nesta área do conhecimento - tudo genuinamente made in Portugal", avança José Afonso, coordenador do IA.