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Tudo sobre o negócio milionário do sangue na VISÃO desta semana

Sociedade

A maioria dos diretores de Imuno-Hemoterapia dos hospitais públicos continua a requisitar plasma da Octapharma, que sai mais caros. É como se o processo por corrupção que envolve a multinacional não existisse. Mas o Ministério da Saúde desafia-os agora para uma “guerra”

Despacho atrás de despacho, o ministério da Saúde tenta quebrar um longo ciclo de domínio da Octapharma no fornecimento de plasma aos hospitais portugueses.

Para isso, investiu num novo método e centralizou as compras de plasma no Instituto Português do Sangue. A última medida interdita mesmo os hospitais do Serviço Nacional de Saúde de fazerem ajustes diretos e retira-lhes autonomia para avançar com concursos.

Mas então porque é que os diretores de serviço de imuno-hemoterapia do São João e de Santa Maria, os dois maiores hospitais do País, continuam a preferir o plasma da Octapharma e até compraram um braço de ferro com a tutela?

O jornalista José Plácido Júnior investigou a 'guerra' do plasma e ouviu os argumentos clínicos e as vantagens e desvantagens de cada um dos métodos. Mas teve sempre em pano de fundo a estrutura de custos, que o Governo quer reduzir, e o negócio – entre 2009 e setembro de 2016, a multinacional suíça, envolvida num investigação judicial, fechou contratos de 250 milhões de euros em Portugal de acordo com dados do Infarmed.

SAIBA TUDO SOBRE 'A GUERRA MILIONÁRIA DO NEGÓCIO DO SANGUE' NA VISÃO DESTA SEMANA, QUINTA FEIRA NAS BANCAS

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