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Dez anos de prémio Champalimaud para o cérebro

Sociedade

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Marcos Borga

Quatro investigadores que estudam o cérebro venceram o Prémio António Champalimaud da Visão 2016 Um milhão de euros distinguem o trabalho de dois cientistas britânicos,

Dois cientistas britânicos, Christine Holt e John Flanagan, e dois americanos, Carol Mason e Carla Schatz, recebem hoje o Prémio António Champalimaud de Visão 2016.

Na sua décima edição, o prémio distingue este ano a investigação relacionada com a Visão. Nos anos ímpares, são galardoadas instituições sociais que combatam a cegueira.

Os quatro investigadores trabalham para compreender como se formam as ligações entre os olhos e o cérebro durante o desenvolvimento embrionário, estudam a regeneração do tecido nervoso ou a região do cérebro envolvida na visão.

A visão resulta da interação entre os olhos e o cérebro. Ver e reconhecer deixaram de ser dois mecanismos diferentes para passarem a ser um só, fruto do inter-relacionamento daqueles dois, explica-se no comunicado de imprensa da Fundação Champalimaud. O trabalho destes investigadores abriu portas ao tratamento de graves problemas que afetam a visão, contribuindo de forma significativa para o combate à cegueira.

O prémio foi entregue terça-feira à tarde, numa cerimónia que teve início às 18h30.