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Rescisões na Função Pública adiadas

Portugal

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Segundo o Diário Económico desta segunda-feira, o Governo conseguiu cumprir o corte de 400 milhões de euros de despesa pública, previstos para 2013, pelo que não vai avançar este ano com as rescisões na Função Pública

Cortes ao nível dos gabinetes de ministérios e institutos terão sido suficientes para conseguir a poupança de 400 milhões em despesa pública que o Executivo estava obrigado a cumprir este ano. As rescisões com os funcionários públicos ficam, assim, para já, adiadas.

"Os cortes, este ano, serão feitos apenas no funcionamento das próprias estruturas", sendo assim "possível cumprir a meta de 400 milhões de euros para este ano", disse uma fonte próxima da reforma do Estado ao Diário Económico.

Segundo outra fonte, ouvida pelo jornal, por outro lado, o  Estado também "não tem liquidez para as rescisões".