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Quem defende o quê no Conselho de Estado

Portugal

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Cavaco Silva convocou o Conselho de Estado, depois da polémica e contestação em torno da proposta do Governo para a TSU. VEJA A INFOGRAFIA e saiba o que os conselheiros defendem 

 A PSP deteve 4 pessoas durante o protesto que está a acontecer em frente ao Palácio de belém. A polícia confirma a detenção de quatro manifestantes por arremesso de petardos.  

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, saiu da reunião do Conselho de Estado por volta das elas 18:30. Vítor Gaspar deixou o encontro cerca de uma hora e quinze minutos após o início do encontro do órgão consultivo do Presidente da República.

Cavaco Silva reúne o Conselho de Estado para analisar a crise da Zona Euro e a situação nacional, marcada pela contestação à Taxa Social Única e pelo clima de instabilidade na coligação governativa.

A reunião do Conselho de Estado prossegue sem Vítor Gaspar, que participou  como convidado. O ministro das Finanças fez uma apresentação sobre as contas do país aos 19 membros: cinco eleitos pela Assembleia  da República, cinco designados pelo chefe de Estado e nove por inerência  dos cargos que desempenham ou que ocuparam. 

Os conselheiros de Estado eleitos pelo Parlamento são António José Seguro,  Manuel Alegre, Francisco Pinto Balsemão, Luís Marques Mendes e Luís Filipe  Menezes.  

Os conselheiros de Estado designados pelo Presidente da República são  João Lobo Antunes, Marcelo Rebelo de Sousa, Leonor Beleza, Vítor Bento e  António Bagão Félix. 

Manifestantes que estão concentrados em frente ao Palácio de Belém vaiaram  os carros dos conselheiros à medida que foram entrando pelo portão principal  da residência oficial do Presidente da República. 

A reunião do órgão político de consulta do Presidente da República foi anunciada na passada sexta-feira, uma semana depois de o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter anunciado novas medidas de austeridade para 2013, na sequência da quinta avaliação da `troika' ao Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal.

O anúncio do aumento das contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social de 11 para 18 por cento e da redução da taxa devida pelas empresas de 23,75 para 18 por cento foi a medida que suscitou mais contestação junto da maioria dos setores políticos e sociais.