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Passos e Seguro unidos na condenação à violência de quarta-feira

Portugal

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O primeiro-ministro e o líder do maior partido da oposição condenaram esta quinta-feira a violência registada ontem junto ao Parlamento e aplaudem a atuação da polícia

Pedro Passos Coelho afirmou hoje que o sentimento nacional em relação aos confrontos de quarta-feira no parlamento é de "repúdio pela violência que alguns quiseram utilizar" e de "reconhecimento" pela forma como a polícia interveio.

Elementos do corpo de intervenção da PSP carregaram quarta-feira ao final da tarde sobre alguns manifestantes que se concentravam em frente à escadaria da Assembleia da República, depois de terem sido apedrejados e os mandarem, sem êxito, dispersar.

Dos confrontos resultaram várias dezenas de feridos, entre manifestantes e polícias, e, de acordo com a PSP, na detenção de sete adultos e na identificação de um menor por crimes de resistência e coação, desobediência e posse de arma proibida.

Também o secretário-geral do PS condenou os episódios de violência, salientando que a CGTP-IN, que convocou a greve geral. nada teve a ver com os incidentes após a manifestação e que a polícia agiu de forma adequada.

Interrogado sobre os incidentes registados junto ao Parlamento no final da manifestação da CGTP-IN, António José Seguro lamentou os confrontos e fez questão de retirar qualquer responsabilidade à central sindical por aquilo que aconteceu.