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Passos Coelho critica PS por propor défice de 5%

Portugal

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O Primeiro Ministro deixou ainda claro que não vê qualquer hipótese de baixar impostos VEJA O VÍDEO

O presidente do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, criticou hoje o PS por ter proposto que o défice de 2014 possa atingir "pelo menos 5%" e, sem indicar nenhuma meta, defendeu que é preciso rigor.

Num jantar-comício de campanha do PSD para as autárquicas, numa quinta para casamentos e batizados em Barcelos, Pedro Passos Coelho referiu que houve quem tivesse afirmado que "o défice para o para o próximo ano devia ser pelo menos 5%, se puder ser mais, melhor, mas pelo menos 5%", numa alusão ao PS.

"[Os autores dessa afirmação são] exatamente os mesmos que nos acusam de não cumprir as metas e de, portanto, estarmos a fragilizar o país por a dívida ainda estar a aumentar em vez de estar a diminuir com o excesso de despesa - os mesmos, é uma coisa extraordinária", considerou o presidente do PSD.

Sem baixa de impostos

O primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, considerou ainda que os atuais tempos de dificuldades não permitem ao Governo dizer que vai aliviar os impostos a curto prazo.

"As pessoas hoje sabem em Portugal que, no Governo, nas autarquias locais, nas regiões autónomas, nós vivemos tempos de dificuldades", afirmou Pedro Passos Coelho, em Barcelos, durante uma ação de campanha do PSD para as eleições autárquicas.

"Esses tempos de dificuldades não nos permitem, infelizmente, dizer que vamos aliviar a curto prazo os impostos, sendo certo que nós vivemos com impostos muito elevados", acrescentou.