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O protesto da CGTP em imagens

Portugal

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Arménio Carlos anunciou uma ação de protesto contra o Orçamento de Estado, a realizar no dia 1 de novembro junto da Assembleia da República, em Lisboa

MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se
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MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se

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MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se

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O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, anunciou uma ação de protesto contra o Orçamento de Estado, a realizar no dia 01 de novembro junto da Assembleia da República, em Lisboa.

"No próximo dia 01 de novembro, dia feriado que nos foi roubado e que coincide coma primeira votação na generalidade do Orçamento de Estado, lá estaremos, de novo, na Assembleia da República, às 10:00 horas, para rejeitar a proposta de Orçamento, para exigir a demissão do Governo e a realização de eleições quanto antes", disse Arménio Carlos aos manifestantes concentrados em Alcântara, em Lisboa.

O sindicalista afirmou aos milhares de pessoas que participaram no protesto, que hoje no Porto e em Lisboa, foi feita "uma das lutas mais intensas, vibrantes e determinadas do movimento sindical e dos trabalhadores portugueses".

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, defendeu que a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2014 não pode ser aprovada porque agravaria os problemas sociais e contém inconstitucionalidades.

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse compreender "muito bem a manifestação" que decorre no Porto e Lisboa, considerando "um sinal claro de que os portugueses não ficam de braços caídos" perante a destruição do país.

No final da Comissão Nacional do PS que decorreu em Vila Nova de Gaia e questionado pelos jornalistas sobre este protesto, António José Seguro disse compreender "muito bem a manifestação dos portugueses".

O secretário-geral do PCP defendeu que a CGTP se recusou a fazer "um frete" ao Governo com uma discussão sobre o modo do protesto, sustentando que uma marcha na ponte pode esperar, mas a luta não.

Interrogado se a CGTP ganhou o confronto com o Governo, depois de a sua marcha pela ponte 25 de abril ter sido proibida pelo Ministério da Administração Interna, o secretário-geral do PCP referiu que, ao longo dos últimos dias, as questões "centraram-se muito no modo" como o protesto se iria realizar, secundarizando-se "os objetivos".

O Bloco de Esquerda considerou que a manifestação da CGTP constituiu a prova de que o Governo não consegue parar a contestação popular, apesar das "chantagens" e pretextos de "segurança" para limitar a ação de protesto.

A posição foi transmitida à agência Lusa pela coordenadora do Bloco de Esquerda Catarina Martins, no Largo de Alcântara, durante a concentração de protesto contra o Governo convocada pela CGTP-IN. Numa referência à proibição decretada pelo Ministério da Administração Interna seque se realizasse uma marcha na ponte 25 de Abril, antes de os manifestantes chegarem a Alcântara, a coordenadora do Bloco de Esquerda considerou inaceitável o pretexto invocado pelo Governo".