Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

O filme da demissão de Relvas

Portugal

  • 333

Numa declaração ao país, sem direito a perguntas dos jornalistas, Miguel Relvas anuncia a sua demissão de ministro adjunto dos Assuntos Parlamentares.VEJA O MOMENTO, FOTO A FOTO

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28 - A Câmara pode impor obras aos proprietários dos edifícios devolutos e até expropriá-los. «Em vez disso, prefere pagar para fazerem graffiti, com o objetivo de tapar o problema», acusa Ivan Roque Duarte, do blogue Pensar Lisboa. Estes três edifícios ocupam um quarteirão. Nas traseiras, vivem alguns sem-abrigo.
1 / 9

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28 - A Câmara pode impor obras aos proprietários dos edifícios devolutos e até expropriá-los. «Em vez disso, prefere pagar para fazerem graffiti, com o objetivo de tapar o problema», acusa Ivan Roque Duarte, do blogue Pensar Lisboa. Estes três edifícios ocupam um quarteirão. Nas traseiras, vivem alguns sem-abrigo.

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28.
2 / 9

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28.

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28.
3 / 9

Av. Fontes Pereira de Melo, 18 a 28.

Avenida Duque de Loulé, 83 - «Obras? Às vezes, vêm cá, fazem uns barulhos lá dentro e vão-se embora. Qualquer dia, aquilo cai em cima de nós», diz Filomena Costa, 68 anos, dona de um talho ao lado do edifício, abandonado há cerca de 20 anos. O dono do prédio é um consórcio com morada na Holanda, com Conselho de Administração em Barcelona.
4 / 9

Avenida Duque de Loulé, 83 - «Obras? Às vezes, vêm cá, fazem uns barulhos lá dentro e vão-se embora. Qualquer dia, aquilo cai em cima de nós», diz Filomena Costa, 68 anos, dona de um talho ao lado do edifício, abandonado há cerca de 20 anos. O dono do prédio é um consórcio com morada na Holanda, com Conselho de Administração em Barcelona.

Campo Grande, 176-184 - Abandonado há mais de 15 anos, passou pelas mãos de várias empresas. «O prédio está destelhado, de portas e janelas abertas, para se degradar e forçar a câmara a aceitar a demolição», acusa Paulo Ferrero, do Movimento Fórum Cidadania Lisboa. O objetivo da proprietária é construir um megaempreendimento.
5 / 9

Campo Grande, 176-184 - Abandonado há mais de 15 anos, passou pelas mãos de várias empresas. «O prédio está destelhado, de portas e janelas abertas, para se degradar e forçar a câmara a aceitar a demolição», acusa Paulo Ferrero, do Movimento Fórum Cidadania Lisboa. O objetivo da proprietária é construir um megaempreendimento.

Campo Grande, 176-184.
6 / 9

Campo Grande, 176-184.

Campo Grande, 176-184.
7 / 9

Campo Grande, 176-184.

Avenida da República, 91 - «O prédio caiu-me no colo», conta Manuel Fezas Vital. «[O proprietário] morreu em 2008, deixou aquilo em herança e eu não percebo nada de construção. Decidi vendê-lo, mas já a crise tinha estalado...» Apesar do preço relativamente baixo (2,7 milhões de euros), não aparecem compradores.
8 / 9

Avenida da República, 91 - «O prédio caiu-me no colo», conta Manuel Fezas Vital. «[O proprietário] morreu em 2008, deixou aquilo em herança e eu não percebo nada de construção. Decidi vendê-lo, mas já a crise tinha estalado...» Apesar do preço relativamente baixo (2,7 milhões de euros), não aparecem compradores.

Avenida da República, 91.
9 / 9

Avenida da República, 91.