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Médicos reclamam adesão esmagadora à greve

Portugal

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A greve de médicos teve uma adesão a nível nacional que ultrapassou os 95%, segundo o dirigente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM). VEJA AS FOTOS DA MANIFESTAÇÃO que esta tarde juntou os clínicos, em frente ao Ministério da Saúde, vestidos com a bata branca

Maratona em Seuk, Coreia do Sul
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Maratona em Seuk, Coreia do Sul

Desfile em Banguecoque, Tailândia
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Desfile em Banguecoque, Tailândia

Cambodja em protesto por melhores salários
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Cambodja em protesto por melhores salários

Milhares nas ruas em Kuala Lumpur, Malásia,
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Dia de trabalho em Jammu, Índia
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Dia de trabalho em Jammu, Índia

Taipei, Taiwan
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Taipei, Taiwan

Jacarta, Indonésia
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Jacarta, Indonésia

Jacarta, Indonésia
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Jacarta, Indonésia

Discursando para as várias centenas de médicos que se encontram concentrados em frente ao Ministério da Saúde desde as 15h00, Mário Jorge Neves, dirigente da FNAM, disse que, "neste momento, sem demagogia e com todo o rigor, podemos dizer que a greve a nível nacional ultrapassa os 95 por cento".

Especificando por unidade hospitalar, o dirigente da FNAM afirmou que a adesão no Hospital de Santa Maria foi de 98%, em São José de 100% e, no Curry Cabral, de 95 por cento.

O que está em causa 

Na base deste protesto estão 20 reivindicações dos clínicos, sendo a mais polémica o fim do concurso de aquisição de serviços médicos. No pré-aviso de greve, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) recusam "as múltiplas e graves medidas governamentais de restrição no acesso aos cuidados de saúde".

Os clínicos identificam ainda como um dos objetivos deste protesto a defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Os médicos reclamam a defesa da "qualidade do exercício da profissão médica e da sua formação contínua" e recusam "as múltiplas e graves medidas governamentais de restrição no acesso aos cuidados de saúde para um número crescente de cidadãos, colocando permanentes situações dramáticas aos vários sectores de profissionais de saúde".