Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

Manifestação: Preparativos em curso

Portugal

  • 333

No Terreiro do Paço, em  Lisboa, o placo onde se cantará, logo à tarde, no final da manifestação, a "Grândola, Vila Morena", já está montado. VEJA AS FOTOS

Os preparativos
1 / 3

Os preparativos

Organização a preparar com a policia
2 / 3

Organização a preparar com a policia

Nuno Ramos de Almeida, um dos principais organizadores o movimento " Que se lixe a Troika"
3 / 3

Nuno Ramos de Almeida, um dos principais organizadores o movimento " Que se lixe a Troika"

A manhã começou cedo para os voluntários do movimento 'Que se lixe a troika', o grupo que está a organizar a manifestação de hoje, dia 2 de março. O palco onde tudo acabará está a ser montado desde as 9 horas e já começaram os testes de som. 

Os trabalhos de montagem e preparação no Terreiro do Paço estarão terminados por volta da hora do almoço, altura em que o centro de operações passará para o Marquês de Pombal. Às 14h00, será na rotunda mais célebre de Lisboa que alguns elementos da organização vão distribuir-se e começar a falar para as televisões, nos primeiros diretos do dia.

Ao mesmo tempo, noutras zonas da cidade, grupos específicos de manifestantes começarão a juntar-se para rumar ao Marquês. São as chamadas "marés": da Educação, da Saúde, da LGBT, dos Reformados e da Cultura.

Também  no Marquês, a partir das 14 horas, estarão montadas as "oficinas populares", ateliês a que cada cidadão pode recorrer para fazer o seu próprio cartaz de protesto.

Às 15 horas será formada a cabeça da manifestação, que depois seguirá, sempre orientada e com o apoio da polícia, ao Terreiro do Paço. Aí, onde agora acaba de ser montado o palco, vários manifestantes e artistas cantarão a música "Grândola, Vila Morena". Também será lida uma moção de censura por parte do grupo 'Que se lixe a troika'.

Tudo a postos para a manifestação que, segundo Nuno Ramos de Almeida, um dos organizadores, pretende "repetir o acontecimento de 15 de setembro".

"Fazer uma coisa como o 15 de setembro é um acontecimento. O que queremos agora é repetir isso. Se um grupo conseguir organizar duas coisas destas, quer dizer que existe uma nova força dos cidadãos", diz Ramos de Almeida à VISÃO.