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Composição do Conselho Científico da Lusófona não consta do processo

Portugal

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O processo do ministro Adjunto Miguel Relvas na Universidade Lusófona hoje facultado aos jornalistas é omisso quanto à composição do Conselho Científico que terá atribuído as equivalências que resultaram em 2006/2007 na licenciatura de Ciências Políticas e Relações Internacionais.

Do conjunto de fotocópias consta um parecer assinado pelos professores José Fialho e António Fernando dos Santos Neves dizendo que "a informação que consta do dossiê apresentado [pelo aluno] denota uma elevada experiência profissional que se reparte por três domínios", que são os cargos políticos, cargos públicos e experiência profissional no domínio empresarial, "nomeadamente no espaço lusófono".

"Face ao exposto considera-se que o currículo submetido tem mais valias claras e aspetos salientes muito positivos", refere o parecer, que acrescenta que há três aspetos que merecem particular relevância: a longevidade das funções desempenhadas, a natureza das mesmas, maioritariamente de liderança ou grande responsabilidade institucional, e a sua variedade".