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Centros de Saúde e hospitais de norte a sul com menos gente, mas sem protestos

Portugal

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A revolta perante a crise minimizou os protestos dos utentes durante a greve de hoje dos médicos em muitos centros de saúde e hospitais, que tiveram menos gente que o habitual

"Numa situação de crise, em que cada vez mais estamos a ser afetados nas nossas condições sociais, é de todo legítima a luta pelos direitos de todas as classes", disse à Lusa Rosa Silva, enquanto aguardava pela sua vez para ser atendida no hospital do Barlavento, em Portimão, onde foram adiadas algumas cirurgias programadas e consultas de várias especialidades.

A norte, no centro de saúde de Bragança, e numa extensão de saúde do interior da Guarda, os médicos costumam avisar se fazem greve e por isso as surpresas são menores. Quem sabia que tinha médico, foi à consulta.