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Cavaco garante que não cede a pressões e recusa antecipar decisão sobre convergência das pensões

Portugal

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O Presidente da República voltou esta sexta-feira a garantir que não cede a pressões e que analisa todos os diplomas "com grande rigor", mas recusou antecipar se irá pedir a fiscalização preventiva da constitucionalidade do regime de convergência de pensões

"Não há a mínima dúvida, por aquilo que eu tenho dito sempre, que qualquer diploma que chega à Presidência da República será analisado com grande rigor e depois tomarei a decisão que eu considero que é a melhor do ponto de vista do superior interesse nacional", declarou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva.

Lembrando que o prazo para enviar para o Tribunal Constitucional o diploma que define o regime de convergência de pensões entre o setor público e o setor privado e reduz em 10% as pensões de valor superior a 600 euros, apenas termina no sábado, Cavaco Silva repetiu que não cede a "nenhuma pressão, venham elas de onde vierem".