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Caso Fantas chega à PGR

Portugal

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O Ministério Público vai investigar o Fantasporto e a cooperativa Cinema Novo arrisca-se a perder o estatuto legal em maio. Leia toda a história na VISÃO desta quinta-feira e as contradições do comunicado do casal Dorminsky

Depois das Finanças e da Inspeção-Geral das Atividades Culturais, tambémo Ministério Público (MP) vai investigar as alegadas irregularidades e ilegalidades alegadamente cometidas no Fantasporto e na Cinema Novo.

A CASES (Cooperativa António Sérgio para a Economia Social), entidade que fiscaliza o funcionamento do setor cooperativo, recebeu uma outra denúncia anónima na qual, ao que apurámos, são repetidas várias das suspeitas também chegadas ao Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), noticiadas pela VISÃO.

A gravidade das suspeitas levou igualmente a CASES a agir: no dia 29 de agosto, remeteu à Procuradoria Geral Distrital do Porto o conteúdo do documento.

Fuga ao fisco, contabilidade paralela, dupla faturação, falsificação do número de espetadores do Fantas e de documentos, apropriação dos bens da cooperativa para fins pessoais são algumas das suspeitas que pendem sobre a direção de Beatriz Pacheco Pereira e Mário Dorminsky.

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