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António José Seguro: 'Ou nos salvamos todos ou não se salva ninguém'

Portugal

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'Os portugueses desejavam um entendimento entre o PS e o Governo', reconhece o líder da oposição, António José Seguro. Veja o vídeo e saiba porque não foi possível, conheça as propostas dos socialistas para enfrentar a crise e descubra porque é tão difícil a esquerda entender-se

O bonito jardim da sede nacional do PS, no Largo do Rato, em Lisboa, é um dos locais onde António José Seguro, 52 anos, descomprime, após a semana mais difícil do seu mandato como secretário-geral. E é esse o local escolhido para esta entrevista, no próprio dia, (23 de julho) em que o líder socialista comemora dois anos à frente dos destinos do partido.

Informal e bem disposto, mostra-se convicto de ter sabido resistir a pressões internas e externas, durante o processo negocial com os partidos do Governo.

No seu balanço do fracasso, aponta os cortes de 4,7 mil milhões de euros como dificuldade inultrapassável. Mas aceita o repto de Cavaco Silva para fazer frutificar algumas "sementes" de entendimento.

E, para o futuro, se o PS ganhar as eleições, vislumbra compromissos pós-eleitorais, à esquerda e/ou à direita, sem preconceitos e em função do conteúdo dos respetivos acordos. Duro com o PCP e o BE, a quem acusa de só quererem "roubar votos" ao PS, admite um entendimento de longo prazo com o Governo, em matéria fiscal.

Promete dar luta e bater o pé na Europa, reconhecendo que muitas das suas propostas e promessas só serão exequíveis se, nesse particular, for bem sucedido. Mas pergunta: "E qual é a alternativa?"

LEIA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA NA VISÃO QUE ESTÁ NAS BANCAS

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