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Assunção Cristas: "A posição sobre os professores foi um erro. Se não a conseguimos explicar, não podia existir"

Portugal

Octávio Lousada Oliveira

Em entrevista à VISÃO, a líder do CDS admite que o tropeção nas europeias pode ter sido provocado pelo caso das carreiras dos docentes, em que andou aos ziguezagues. Agora, quer acertar o passo, com propostas para o País "abandonado" pelas esquerdas. Apesar de moderar as expectativas para as legislativas, dá várias caneladas a Rio. Veja aqui o vídeo e leia a entrevista na íntegra na VISÃO desta semana

Foi na cozinha da sede do CDS, no Largo do Caldas, em Lisboa, que Assunção Cristas, 44 anos, foi entrevistada pela VISÃO, ao final da manhã de segunda-feira, 1. Durante 81 minutos, na primeira conversa de fundo desde que lançou o livro Confiança, a presidente centrista procurou explicar as razões pelas quais o partido falhou a eleição do segundo eurodeputado, os motivos que a fizeram suavizar o tom quando se dirige à bancada do Governo e os obstáculos para entendimentos com o PSD.

Assunção Cristas fala também do combate à corrupção, da paridade entre homens e mulheres no partido e baixa já a fasquia para as legislativas de 6 de outubro. Quanto ao futuro, garante que a existência de putativos sucessores, dos menos experientes aos mais veteranos, não lhe tira o sono.

LEIA TODA A ENTREVISTA NA VISÃO DESTA SEMANA.