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Costa recusou desafio de Macron para liderar Conselho Europeu

Portugal

Philippe Wojazer/ Reuters

Presidente francês pressionou, mas o primeiro-ministro declinou deixar Lisboa. Quer influenciar os lugares de topo da UE, ainda que à distância e aposta tudo em conseguir uma pasta forte (e até uma vice-presidência) para Portugal na Comissão. Em cima da mesa estará também um lugar de "vice" no Parlamento Europeu

A aliança forjada entre socialistas e liberais para contrariar a hegemonia do Partido Popular Europeu nos chamados top jobs das instituições comunitárias colocou António Costa no centro do xadrez político da União Europeia (UE). Mais do que uma mera hipótese veiculada pelos media, António Costa terá mesmo sido pressionado pelo presidente francês para assumir a presidência do Conselho Europeu, mas, até perante a insistência de Emmanuel Macron, o primeiro-ministro terá recusado, segundo apurou a VISÃO.

Face à corrrelação de forças que resultou das europeias do último fim de semana de maio e graças ao estatuto que adquiriu entre os socialistas europeus, Costa vai ter uma palavra a dizer na definição de vários cargos-chave na Europa. Apesar de ter declinado o repto de Macron, estará empenhado em conseguir uma pasta preponderante na Comissão Europeia (dependente de arranjos muito variáveis entre estados-membros e famílias políticas) e o comissário português pode mesmo vir a ser vice-presidente do executivo comunitário. Além disso, está ainda em aberto a possibilidade de um deputado português ser vice-presidente do Parlamento Europeu.

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