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Augusto Santos Silva: "Com uma coligação de Governo, reconhecer Guaidó seria difícil"

Estamos com a UE no Brexit, mas somos aliados de Inglaterra. Temos um plano de contingência, mas queremos que os portugueses fiquem na Venezuela. Negociamos com os chineses, mas pertencemos à NATO. Temos racistas em Portugal, mas não um problema de racismo. Estamos bem na Geringonça, mas seria complicado coligarmo-nos. Não temos prazer em descobrir pecadilhos de bloquistas e comunistas, mas desconfiamos sempre dos que fazem proclamações morais. São estes os equilíbrios do ministro dos Negócios Estrangeiros

Filipe Luís

Filipe Luís

Editor Executivo

José Carlos Carvalho

José Carlos Carvalho

Repórter Fotográfico

André Moreira

André Moreira

Jornalista Multimédia

Eram perto das 13h de segunda-feira quando, diretamente saído da conferência de imprensa em que anunciou o reconhecimento, por parte do Governo português, da legitimidade de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, um bem-disposto Augusto Santos Silva, 62 anos, ministro dos Negócios Estrangeiros, recebeu a VISÃO, no Palácio das Necessidades, em Lisboa.

Passando em revista os temas do Brexit, da Venezuela, das relações com a China e da questão diplomática colocada pelos incidentes no bairro da Jamaica, o nº 2 do Executivo declarou-se “proibido” de falar de política nacional.

Mas, como veremos, estava só a brincar...

NÃO PERCA A ENTREVISTA A AUGUSTO SANTOS SILVA NA VISÃO DESTA SEMANA