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Protestos em São Paulo deixam mais 10 dependências bancárias destruídas

Mundo

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Um grupo de encapuzados, infiltrado no protesto que juntou, na sexta-feira à noite, cerca de 400 pessoas, numa marcha pela Avenida Paulista, no coração financeiro de São Paulo, destruiu mais de uma dezena de dependências bancárias e saqueou lojas. VEJA AS FOTOS

Chegue atrasado Por duas razões: Em primeiro lugar para evitar ter de fazer sala com aquela colega aborrecida com quem nunca trocou uma palavra e que é sempre a primeira a chegar; E em segundo, porque, assim, quando chegar, todos terão uma desculpa para interromper as conversas de circunstância: "Olha quem chegou!"
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Nunca se ofereça para planear... e muito menos para limpar Os "homens a sério", garante a GQ, deixam os detalhes sujos para os outros, porque estão ocupados a ter ideias fantásticas
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Guarde as substâncias ilícitas para quando o patrão estiver a falar Pode querer sair dalí quando estiver a ouvir falar do ótimo desempenho da empresa que em nada reverte para si
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Se não houver um «depois da festa», faça com que haja Só para o caso de precisar desanuviar depois da festa oficial
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De acordo com dados da Polícia Militar, uma centena de encapuzados, infiltrados entre os cerca de 400 manifestantes, destruíram com paus e pedras várias lojas da famosa avenida, principalmente agências dos bancos Itaú e Bradesco.

"Os polícias que se encontravam perto viram os atos de vandalismo, no entanto, não intervieram porque eram uma minoria em relação aos vândalos e também não queriam cometer uma repressão injusta para com as pessoas que protestavam pacificamente", disse à agência Efe um dos investigadores da seguradora bancária, que pediu para não ser identificado.

Alguns manifestantes incendiaram caixotes do lixo e escreveram as suas  reivindicações nas paredes dos edifícios e lojas. A polícia teve que cortar o acesso ao tráfego nas avenidas Paulista  e 23 de Maio, uma das principais artérias da cidade que estabelece a ligação  entre o centro da metrópole e o aeroporto de Congonhas. 

A unidade antimotim da polícia militar usou gás lacrimogéneo para dispersar  o grupo, que atacou também uma viatura da cadeia de televisão Record que  fazia a cobertura da manifestação.  Convocada através das redes sociais, a manifestação começou em solidariedade  para com o grupo de manifestantes que pede no Rio de Janeiro a saída do  governador desse estado, Sérgio Cabral. 

A manifestação também é solidária às vítimas dos excessos cometidos  nos últimos dias pela polícia militar do Rio de Janeiro e pede explicações  do governador Sérgio Cabral sobre o destino do pedreiro Amarildo de Souza,  morador da Rocinha desaparecido desde o dia 14 de julho.