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Os melhores (e os piores) sítios do mundo para os bebés e as mamãs

Mundo

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A organização não-governamental Save The Children publicou, esta semana, a 14.ª edição do seu relatório anual Sobreviver ao Primeiro Dia - Estados das Mães no Mundo.VEJA AS FOTOS

MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se
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MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se

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O documento classifica 176 países em função de indicadores como a mortalidade infantil, a saúde materna e o acesso à educação e revela que, anualmente, ainda morrem mais de 3 milhões de bebés, durante o primeiro mês de vida, por causas evitáveis. Como é habitual neste tipo de rankings, os mais bem classificados são os Estados nórdicos, ao passo que a África subsariana surge no extremo oposto.  Portugal impõe-se a potências como a França e os EUA.

Finlândia - 1.° lugar no ranking

A probabilidade de uma finlandesa falecer no parto é de uma para 12 200. Em contrapartida, na R.D.Congo essa relação é de uma.

Portugal - 13.°

O nosso país brilha pela baixa mortalidade infantil até aos 5 anos (3,4 por cada mil nascimentos). Melhor que a Espanha (6.° lugar).

Reino Unido - 23.°

Uma das piores taxas de mortalidade infantil da UE e uma das mais elevadas percentagens no que toca à gravidez de adolescentes e de mulheres idosas. O relatório assinala algumas causas: pobreza, desigualdade, doenças cardíacas e obesidade.

EUA - 30.ª

Tem a mais elevada taxa de mortalidade de recém-nascidos do mundo industrializado, com 11 300 bebés a morrerem, todos os anos, no primeiro dia de vida. Motivo: as famílias mais desfavorecidas não têm praticamente acesso a cuidados de saúde.

Índia - 142.ª

Mais de 300 mil bebés indianos morrem durante as primeiras 24 horas - cerca de 29% o total mundial. É também o país onde se regista o maior número de mulheres que perdem a vida durante o parto - 56 mil anualmente.

R. D. Congo - 176.ª

Os conflitos e a pobreza endémica colocam o país no último lugar. É uma das 14 nações onde, anualmente, morre mais de um milhão de bebés no primeiro dia de vida e em que metade das grávidas e parturientes não tem sequer acesso a assistência médica.