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O filme que está a incendiar o Médio Oriente

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Obama apelou aos Presidentes da Líbia e Egito para garantirem a segurança dos diplomatas, alvos da ira de manifestantes contra um vídeo polémico sobre o profeta Maomé. VEJA AS FOTOS dos confrontos e VEJA O VÍDEO DA POLÉMICA

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VEJA O VÍDEO NO FINAL DESTA PÁGINA

O Presidente norte-americano, Barack Obama, telefonou aos homólogos da Líbia e Egito para lhes pedir que continuem a trabalhar com os Estados Unidos para garantir a segurança dos seus diplomatas nesses países, informou a Casa Branca.

Obama agradeceu ao Presidente líbio, Mohamed Magariaf, as condolências que expressou pela morte do embaixador norte-americano na Líbia e de outros três diplomatas dos EUA, na terça-feira, durante um ataque contra o consulado norte-americano em Benghazi.

A Casa Branca indicou que os Presidentes líbio e egípcio acordaram em cooperar com os EUA para que os responsáveis pelos incidentes ocorridos esta semana em Benghazi e no Cairo sejam levados à justiça.

Filme não pretende insultar muçulmanos

O filme sobre o profeta Maomé que originou violentos protestos no Médio Oriente pelo retrato que faz da fé islâmica não pretende insultar os muçulmanos, disse na quarta-feira um controverso pastor cristão norte-americano que apoia o vídeo.

Terry Jones, que também esteve na base de violentos protestos no passado ao queimar o Corão, reiterou que as mortes do embaixador norte-americano na Líbia e de três outros diplomatas dos EUA num ataque em Benghazi não foram resultado do filme.

"Fomos contactados pelo produtor do filme 'Inocência dos Muçulmanos' para o ajudar a distribuir", disse Jones em comunicado, referindo-se ao filme de 14 minutos sobre o profeta Maomé que está disponível na Internet.