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Mota Engil acusada de "pagamentos periódicos" ao presidente do Malawi

Mundo

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A construtora portuguesa foi acusada de fazer "pagamentos periódicos" ao falecido Presidente Bingu wa Mutharika

A construtora portuguesa Mota Engil foi acusada de fazer "pagamentos periódicos" ao falecido Presidente do Malawi, Bingu wa Mutharika, mas a empresa justifica os depósitos bancários com "pagamento de livros" e uma "prenda de casamento".

Segundo o jornal The Nation, um dos mais influentes daquele país do interior da África Austral, "a construtora fez pagamentos separados ao falecido Presidente, de tão baixos quanto um milhão de kwacha (cerca de 3.100 euros), até ao máximo de 10 milhões de kwacha (cerca de 31.000 euros)".

Questionada pela agência Lusa sobre este assunto, a sede da construtora em Lisboa remeteu para um comunicado assinado pelo responsável da Mota Engil Malawi, Antonmarco Zozi, que reconhece depósitos de 13.5 milhões de kwacha (cerca de 42 mil euros) em contas de Mutharika, mas refere que se trataram de doações, de patrocínios e compra de livros.