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"Melhor ser ditador do que ser gay", diz presidente da Bielorrússia

Mundo

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Alexander Lukashenko

Getty Images

Alexander Lukashenko reagiu intempestivamente, no domingo, às recentes sanções impostas pela UE e às críticas do ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, dizendo que é "melhor ser ditador do que ser homossexual", numa referência à orientação sexual assumida de Guido Westerwelle

Esta não é a primeira vez que a homossexualidade assumida do ministro dos Negócios Estrangeiros alemão é abordada pelo presidente bielorusso. Em 2011,  Lukashenko  aconselhou Guido Westerwelle a "ele deveria levar uma vida normal", um episódio que, mais tarde, o levou a pedir desculpas, embora reconhecendo não "gostar" de homosseuxuais.

Este domingo, o presidente da Bielorrússia reagia às críticas de Westerwelle e do ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radoslaw Sikorsk. Sem os nomear, Lukashenko disse apenas que "um vive em Varsóvia e o outro em Berlim". "Quanto ao segundo, que estava a gritar sobre uma ditadura... depois de ouvir aquilo, pensei: antes ser ditador que gay".