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Maquinista em liberdade mas sem poder conduzir comboios durante seis meses

Mundo

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Francisco José Garzón foi ouvido no domingo por um juíz, ao longo de duas horas. Fica em liberdade, com obrigação de comparecer perante as autoridades semanalmente e proibido de conduzir comboios até fevereiro de 2014

Nas suas declarações, o maquinista, que começou a ser ouvido às 20h00, reconheceu que entrou a 190 Km/hora numa curva onde a velocidade máxima era de 80. Segundo fontes judiciais, citadas pelo espanhol El País, não se queixou do estado nem da linha nem do comboio.

Sobre Francisco José Garzón recai a acusação de 79 crimes de homicídio e vários outros delitos pelas lesões causadas aos passageiros que sobreviveram ao descarrilamento da última quarta-feira.