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Mais de metade dos refugiados sírios são crianças, diz Relatório do ACNUR

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António Guterres, Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, visitou esta sexta-feira um campo de refugiados no Líbano. VEJA AS FOTOS

Leptogorgia sarmentosa em Cacela a Velha
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Leptogorgia sarmentosa em Cacela a Velha

As gorgónias impressionam pela sua forma e exuberância de cor
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As gorgónias impressionam pela sua forma e exuberância de cor

Uma gorgónia serve de abrigo a uma lesma do mar (Doriopsilla areolata)
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Uma gorgónia serve de abrigo a uma lesma do mar (Doriopsilla areolata)

Na pedra do gigante em Sagres a vida coralina abunda graças ao regime de proteção exclusiva, as anémonas jóia assumem a responsabilidade pela explosão de côr
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Na pedra do gigante em Sagres a vida coralina abunda graças ao regime de proteção exclusiva, as anémonas jóia assumem a responsabilidade pela explosão de côr

Benfica 0 - 2 Barcelona
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Benfica 0 - 2 Barcelona

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Galatasaray 0 - 2 Braga
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Galatasaray 0 - 2 Braga

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Galatasaray 0 - 2 Braga

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De acordo com o estudo recentemente divulgado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, liderado pelo português António Guterres, intitulado "O Futuro da Síria - Crianças Refugiadas em Crise", existem cerca de 1,1 milhões de crianças sírias refugiadas (52%), sendo que, desse total, a maioria tem menos de 12 anos (75%).

António Guterres visitou esta sexta-feira o campo de Arsal, junto à fronteira do Líbano com a Síria

O Líbano e Jordânia são os países vizinhos que mais recebem crianças refugiadas. O estudo revela ainda que muitas destas crianças não frequentam a escola, devido à falta de segurança, e à sua apressada entrada no mercado de trabalho para poderem ajudar os pais.

Diariamente, centenas de crianças são recolhidas nestes campos de refugiados para jornadas de trabalho de seis a oito horas, ganhando menos de três euros por dia.

O conflito na Síria já fez mais de 115 mil mortos, e há já três anos que a oposição ao regime de Bashar al-Assad e militantes continuam a protestar nas ruas e a sofrer uma forte opressão governativa. Dia 22 de janeiro, em Genebra, a ONU deverá discutir uma solução pacífica para o conflito.