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Inspetores da ONU já puderam ver vítimas do alegado ataque químico

Mundo

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Apesar do início atribulado da missão - com a coluna de veículos das Nações Unidas a ser alvo de tiros disparados por franco atiradores - os inspetores já estão no terreno para avaliar o eventual uso de armas químicas

O ataque desta manhã à coluna de veículos de inspetores das Nações Unidas nos arredores de Damasco obrigou a um atraso da missão, mas já foi retomada. "O primeiro veículo da equipa de investigadores foi deliberadamente alvejado várias vezes por atiradores não identificados que se encontravam na zona de segurança",  confirma o porta-voz da ONU, Martin Nesirky.

Os disparos não provocaram, no entanto, qualquer ferimentos nos elmentos da equipa, que já voltou ao terreno para investigar o alegado uso de armas químicas na última quarta-feira, negado pelo regime do Presidente Bashar al-Assad. Segundo a oposição, a ofensiva fez milhares de mortos. A organização Médicos Sem Fronteiras confirma mais de e 350 e milhares de afetados. 

Segundo os ativistas ligadas à oposição síria, à Associated Press, os especialistas em armas químicas da ONU já conseguiram entretanto chegar a Moadhamiyad, um dos locais alegadamente atacado com um gás venenoso, onde visitaram uma clínica de emergência e falaram com sobreviventes, familiares das vítimas mortais e médicos.