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Hugo Chávez: Crónica de uma morte anunciada

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O presidente da Venezuela não resistiu ao cancro - resistirá a revolução bolivariana sem o seu líder histórico? VEJA A GALERIA DE FOTOS E LEIA O TEXTO DA VISÃO DA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA

Chegue atrasado Por duas razões: Em primeiro lugar para evitar ter de fazer sala com aquela colega aborrecida com quem nunca trocou uma palavra e que é sempre a primeira a chegar; E em segundo, porque, assim, quando chegar, todos terão uma desculpa para interromper as conversas de circunstância: "Olha quem chegou!"
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Chegue atrasado Por duas razões: Em primeiro lugar para evitar ter de fazer sala com aquela colega aborrecida com quem nunca trocou uma palavra e que é sempre a primeira a chegar; E em segundo, porque, assim, quando chegar, todos terão uma desculpa para interromper as conversas de circunstância: "Olha quem chegou!"

Nunca se ofereça para planear... e muito menos para limpar Os "homens a sério", garante a GQ, deixam os detalhes sujos para os outros, porque estão ocupados a ter ideias fantásticas
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Nunca se ofereça para planear... e muito menos para limpar Os "homens a sério", garante a GQ, deixam os detalhes sujos para os outros, porque estão ocupados a ter ideias fantásticas

Leve sempre um acompanhante É a melhor desculpa para ser anti-social
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Leve sempre um acompanhante É a melhor desculpa para ser anti-social

Guarde as substâncias ilícitas para quando o patrão estiver a falar Pode querer sair dalí quando estiver a ouvir falar do ótimo desempenho da empresa que em nada reverte para si
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Guarde as substâncias ilícitas para quando o patrão estiver a falar Pode querer sair dalí quando estiver a ouvir falar do ótimo desempenho da empresa que em nada reverte para si

Se não houver um «depois da festa», faça com que haja Só para o caso de precisar desanuviar depois da festa oficial
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Se não houver um «depois da festa», faça com que haja Só para o caso de precisar desanuviar depois da festa oficial

Coma antes de ir Com todos os cortes que todas as empresas estão a enfrentar, é melhor não arriscar
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Coma antes de ir Com todos os cortes que todas as empresas estão a enfrentar, é melhor não arriscar

Se não for bar aberto não é uma festa Neste caso, o melhor é mesmo desistir
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Se não for bar aberto não é uma festa Neste caso, o melhor é mesmo desistir

Não se envolva sexualmente com um colega Há um dia seguinte. De trabalho. É bom não esquecer
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Não se envolva sexualmente com um colega Há um dia seguinte. De trabalho. É bom não esquecer

Adele
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Rita Pereira
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Bernardo Sassetti
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Thanks Dad. #astonmartin
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Depois de semanas de especulação, e inúmeras teorias da conspiração, a notícia de que Hugo Chávez morreu chegou pela via mais oficial possível: pela voz do vice-presidente Nicolás Maduro, às 20h55 (hora de Lisboa) da passada terça-feira, 5 de março. O Presidente venezuelano perdeu, aos 58 anos, a mais dura batalha da sua vida - contra um cancro que, desde junho de 2011, o levou a ser operado quatro vezes e a viajar repetidas vezes para Cuba, onde realizou tratamentos "especiais", mantidos em segredo, além de rádio e quimioterapia.

Este anúncio não colocou, contudo, um ponto final na polémica que rodeou os últimos dias de Chávez, incluindo o seu misterioso regresso de Havana, a 18 de fevereiro, e também o seu internamento no hospital militar de Caracas, onde sempre foi posta em causa a sua presença.

O chefe de Estado foi visto com vida pela última vez em Cuba, onde foi supostamente fotografado ao lado das filhas. Sucede que, na última semana, o ex-embaixador do Panamá na Organização dos Estados Americanos, Guillermo Cochez, garantia que o dirigente entrou em morte cerebral a 30 de dezembro, e que a sua família teria depois ordenado que se desligassem as máquinas de ventilação. Acusação nunca desmentida pelo Governo de Caracas, que sempre insistiu na tese de que o Presidente estava em recuperação e na plena posse das suas capacidades para assumir formalmente o cargo para o qual foi reeleito em outubro passado.

No último domingo, a oposição saiu para as ruas exigindo uma prova de vida do antigo tenente-coronel paraquedista, suspeitando que Chávez já não governava de todo o país, e reivindicando a convocação de novas eleições. Agora, segundo a Constituição, terão de ser convocadas nos próximos 30 dias. Segundo as últimas sondagens, o sucessor designado pelo líder bolivariano, Nicolás Maduro, poderá conquistar a chefia do Estado e impor-se a Henrique Capriles, mantendo o rumo da revolução socialista iniciada por Chávez há 15 anos. Será ele capaz de convencer os seus compatriotas dos desafios que o país enfrenta a curto prazo, a começar pela delicada situação económica, com uma inflação galopante, e a descida das receitas do petróleo?