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Dez questões para perceber o que espera o filho de William e Kate

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Associated Press

Enquanto a imprensa britânica vive dias de euforia e especulações mais ou menos infundadas, é possível "prever" o futuro do futuro monarca de Inglaterra. Dez pontos chave da vida do terceiro na sucessão ao trono, compilados pela Time, tendo em conta a tradição real

  • O nascimento

A princesa Diana rompeu com a tradição e foi a primeira a dar à luz um futuro rei num hospital e Kate deverá fazer a mesma escolha. A rainha Isabel II nasceu numa casa em Mayfair, enquanto o príncipe Carlos nasceu no Palácio de Buckingham. Também ao contrário do Duque de Edimburgo, que jogava squash no momento em que Carlos nascia, William deverá ficar junto à mulher

  • O nome

Aqui não há espaço para nomes como "Hashtag" (o nome escolhido o mês passado por um casal americano e que representa a identificação de um assunto com o caracter "#" seguido da palavra em causa, como no Twitter). Mas asapostas estão abertas: Elizabeth ou Victoria se for uma menina, ou John, Charles, James ou Philip se o primogénito da duquesa de Cambridge for um menino.

  • O batizado

Com a rainha como líder máxima da Igreja Anglicana, não há dúvida de que o bebé será batizado rapidamente. O do príncipe Harry teve lugar da capela de St. George, no Castelo de Windson, e o de William no próprio Palácio de Buckingham, o local tradicional dos batizados reais. Nesse ocasião, William usou o tradicional vestido confecionado para o filho da Rainha Vitória, em 1841.

  • A residência

William e Kate vivem, de momento, em Anglesey, Gales, onde o príncipe trabalha como piloto de buscas e salvamento, mas deverão mudar-se para um apartamento no Palácio de Kensington por alturas do nascimento do filho.

  • A ama

Espera-se que William e Kate sejam pais presentes, mas o mais provável é que contem com alguma ajuda. Tanto o futuro pai como o seu irmão tiveram boas relações com as suas amas. Olga Powell cuidou dos príncipes durante 15 anos e ajudou-os a lidar com a morte da mãe. Tiggy Legge-Bourke foi a ama quando ficaram a cargo do pai, depois da separação de Carlos e Diana, em 1993. De qualquer forma, o futuro monarco deverá ter mais "sorte" do que a sua bisavó, a quem só era permitido brincar com um brinquedo de cada vez.

  • As atividades

Se seguiram os passos de Diana, que, também neste assunto, quebrou a tradição ao levar consigo William, com nove meses, numa viagem à Austrália e Nova Zelândia, os duques de Cambridge deverão fazer-se acompanhar do filho em deslocações oficiais. Por outro lado, com a família, praticamente toda, fã de cavalos, o herdeiro do trono poderá imitar o pai e o tio e aprender a andar de cavalo com quatro anos. A caça é outra atividade comum à realeza. Mas se a sua inclinação for para as artes, poderá escolher a pintura, como o avô Carlos, ou fotografia, com a mãe.

  • A escola

Embora a maioria dos elementos da família real tenha tido tutores, William e Harry começaram a frequentar o infantário com três anos. Chegados ao ensino secundário, frequentaram um afamado colégio interno em Windsor, onde já tinham andado o irmão e pai de Diana. Se o filho de William e Kate foi um rapaz, poderá seguir este percurso. Se for uma menina, o Malborough College pode ser uma opção.

  • Os deveres públicos

À semelhança do pai e tio, deverá receber o brasão de armas aos 18 anos. Mas as obrigações reais podem começar mais cedo. O primeiro ato oficial de William foi aos 9 anos, quando saudou a multidão, no exterior de uma catedral. Já Harry, aos 10 anos, saudou os militares na celebração dos 50 anos da vitória sobre o Japão.

  • A universidade

Os dias de entrada garantida em Oxford ou Cambridge para as famílias aristocráticas já acabaram, pelo que, se escolher uma das hipóteses, o descendente real terá de se esforçar. Outra opção é St. Andrews, com o seu popular curso de História da Arte entre os aristocratas. Se seguir os passos do tio Harry, a Academia Real Militar de Sandhurst será a escolhida.

  • A carreira 

Não há muitas opções de emprego para um futuro monarca. A maioria dos homens da família real escolhe o serviço militar. Mas a carreira deste/a príncipe/princesa está definida à partida: ocupar o trono.