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Coreia do Sul promete "responder com força" a eventual ataque

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AP

Numa altura em que existem suspeitas de que a Coreia do Norte testou um novo modelo de bomba nuclear, a tensão cresce na região e a presidente da Coreia do Sul ordenou ao seu exército para que defenda o país

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A Presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, ordenou esta segunda-feira ao exército para que "responda com força" e sem ter em conta "considerações políticas" a um eventual ataque por parte da Coreia do Norte.

"No caso da ocorrência de qualquer provocação contra os nossos cidadãos e contra o nosso país devemos responder com força logo na fase inicial, independentemente de considerações de foro político", afirmou Park Geun-hye, numa reunião com o seu ministro da Defesa, Kim Kwan-jin.

"A razão de ser das Forças Armadas é a proteção do país e do povo das ameaças", disse a chefe de Estado, que somente um mês depois de ocupar oficialmente o cargo se vê a braços com uma das maiores crises dos últimos anos a afetar as relações entre o Sul e o Norte.

EUA enviam caças

Os Estados Unidos enviaram, este domingo, caças F-22 para a Coreia do Sul no âmbito das manobras militares conjuntas que realizam anualmente, em pleno clima de tensão na península devido à escalada das ameaças por parte do regime norte-coreano.

Elementos do departamento de Defesa dos Estados Unidos deram conta, em declarações ao jornal The Wall Street Journal, do envio dos aviões de combate, os quais voaram do Japão para a base de Osan, na Coreia do Sul, para se juntarem aos exercícios militares.

Na semana passada, Washington tinha dado um passo sem precedentes face ao clima de tensão na península coreana com o envio de dois bombardeiros B-2 para a Coreia do Sul no quadro das manobras conjuntas.

Novo modelo de bomba nuclear

A Coreia do Norte terá tido o cuidado de eliminar quaisquer vestígios do seu ensaio nuclear, realizado em fevereiro, alimentando a suspeita de que estará a usar um novo modelo de bomba, com urânio enriquecido, escreve o Washington Post.

Fontes oficiais norte-americanos e especialistas em armamento não identificadas, citadas pelo jornal, indicaram que os efeitos da explosão de 12 de fevereiro foram notoriamente contidos, dado que poucos vestígios radioativos escaparam para a atmosfera.

As autoridades norte-americanas monitorizaram de perto o terceiro teste nuclear da Coreia do Norte, em busca por pistas sobre a composição da bomba, refere o jornal, citado pela AFP.