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Animais convivem com pessoas no Zoo de Lujan

Mundo

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D.R.

O Jardim Zoológico de Lujan, situa-se nos arredores de Buenos Aires, na Argentina. O local, que não figura na maior parte dos guias turísticos, acabou por tornar-se numa autêntica atracção turística, pela convivência de proximidade que estabelece entre os visitantes, que acorrem ao local, e os animais que lá residem

O sucesso desta interacção pacífica entre pessoas e espécimes selvagens, ao longo dos cerca de 15 hectares do zoo, deve-se ao processo de crescimento e educação dos animais, que são habituados a conviver com humanos, desde o seu nascimento. A eficácia da fórmula é comprovada pelos próprios visitantes, que pegam nas crias de leão ao colo ou acariciam os tigres, entre outras experiências.

Quando abriu portas, a 24 de novembro de 1994, o Zoo detinha apenas no seu lote de exemplares, um macaco, um casal de leões, dois burros, dois póneis, lamas, veados e alguns patos-reais.

Com o passar do tempo, a colecção do Zoo foi aumentando, assim como a quantidade de espécies em exposição, que se tornou cada vez mais diversificada. Quase vinte anos depois da abertura do zoológico, Luján conta com um elenco composto por mais de 50 exemplares de leões africanos, 20 tigres de Bengala, 12 pumas, 50 macacos de diferentes espécies sul-americanas. Entre os vários inquilinos do Zoo encontram-se ainda alguns elefantes provenientes da ilha de Sumatra, na indonésia, e dromedários.

Único e inovador, Luján assume-se como centro de conservação e desenvolve a sua actividade seguindo quatro vectores estratégicos, aliando o lazer à educação e a investigação à protecção das espécies. O zoo, que alberga espécies de todo o mundo, promove ainda programas de reprodução, com vista à preservação das espécies que se encontrem vias de extinção.